As principais reivindicações dos franceses em meados de 1789 eram o fim dos privilégios que o clero e a nobreza desfrutavam e a instauração da igualdade civil.
O movimento teve o apoio dos burgueses, que viam a má administração como um entrave para o desenvolvimento do capitalismo.
As principais causas da Revolução Francesa tem como base a crise financeira sofrida pelo país antes da revolução, o regime político do país, uma vez que era governado pelo absolutismo do rei e a ascensão da classe burguesa que desejava mais liberdade em relação ao comércio e o fim dos impostos.
A sociedade civil era formada pelo clero, nobreza e burguesia, essa última, formada por parte da população que arcavam com os impostos. Esse impostos eram altos, e serviam para custear a boa vida da corte, do clero e da nobreza, sendo um dos principais motivos que levaram a população a se rebelar.
A revolução francesa pode ser dividida em fases, e uma série de fatores que propiciaram a eclosão da Revolução. A primeira fase foi marcada pela convocação da Assembleia dos Estados Gerais, em 5 de maio de 1789, pelo rei Luis XVI. Os estados eram o clero, como primeiro estado, a nobreza como segunda, e os representantes da maioria da população, que eram deputados do terceiro estado.
A Queda de Bastilha foi o evento primordial e decisivo para o início da Revolução Francesa, pois era a prisão para a qual o rei enviava injustamente os condenados. Foi um evento tão importante, que até hoje o dia de 14 de julho é um feriado nacional, comemorado na França como a “Festa da Federação“.
Após a invasão de Bastilha, a Assembleia Geral Nacional se transformou em Assembleia Constituinte, onde os deputados elaboraram uma constituição que determinou o fim dos privilégios feudais e de nascimento, a igualdade de todos perante a lei e a garantia de propriedade, principal reivindicação da burguesia.