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    Aprenda a ser você mesmo (Coleção Lições De Vida #5) -

    Osho

    Rideel-Celebris
    2006
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-10: 8589219607
    Português Brasileiro
    4
    2 avaliações
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    Ninguém nunca o aceitou como você é? Ninguém o faz sentir que é amado, respeitado, essencial? Que sua falta seria sentida e que sem você esta existência não seria a mesma, pois haveria um buraco? Mas esta é a verdade! Sem você, este universo perderia parte de sua poesia, de sua beleza: perderia uma canção, perderia uma nota, abriria um vazio... Mesmo que ninguém nunca lhe tenha dito isso, dê importância a sua essência. Valorize-se!

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    Resenhas (1)Ver mais
    Escritora Camila Pigato picture
    Escritora Camila Pigato16/07/2013Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Este é o primeiro livro que leio do autor. Sei que para conhecer, um autor, precisamos conhecer sua obra, não apenas um livro. Mas quando uma característica é marcante, uma primeira impressão basta. No quesito "harmonia do ser", este livro é fantástico, pois desvincula o Ser das influências externas que, geralmente, não percebemos seguir. Vale a pena ser lido! O meu medo é que pessoas que levem a palavra ao pé da letra, que não tenham outros conhecimentos espiritualistas, entrem na "vibe" de Osho: de tão focado no "eu versus a sociedade", ele se torna, a meu ver, individualista. Ele tem razão em muitas verdades, mas num todo, parece que "a sociedade" é uma terceira pessoa, é um ser vivo e mal, não apenas o conjunto de comportamento de vários indivíduos, que ninguém controla. Além disso, por olhar apenas para si e para esta característica da alma: "a habilidade de sermos uno conosco", ele analisa a Humanidade de uma forma muito mais humana que divina. Como se a verdade estivesse aqui, neste mundo limitado e confuso, e não no Universo, em leis que ainda não conhecemos totalmente, mas que vão nos sendo revelada pouco a pouco (observem, estudem, e comprovem). Por isso, temo. Temo que as pessoas deem-se por satisfeitas ao ter algum tipo de espiritualidade, mas, se ela for muito voltada para o eu e para as limitações humanas, não para nossas potencialidades, que o bem passe a ser, na verdade, um mal. Sinto não uma compreensão dele em relação às (verdadeiras!) distorções e castrações da sociedade em relação ao indivíduo, mas uma revolta. E penso que tudo que façamos para o bem, mas com valores do mal - ciúme, inveja, revolta, ira ou qualquer outro vício da alma - perde um pouco o sentido, é uma distorção do Bem. Já li outros livros bem mais completos para quem quer o encontro consigo, em harmonia com a relação interior e também a exterior, pois tudo o que existe baseado no equilíbrio tem mais a ver com a natureza da alma humana, das Leis do Universo. Dá para conciliar trabalho dentro deste sistema (se os bons saírem e deixarem o terreno livre para os maus, como mudar a situação?), dá para extrair o lado bom disso; dá para fazer autoanálise, melhora íntima mas, sem o termômetro do outro, sem movimentar o setor da habilidade altruísta de nossa alma, não chegaremos muito longe. Ele sugere que a criança só tenha religião quando adulta. Concordo com o tradicionalismo excessivo de certas religiões. Mas, 1 - ele não conheceu a leveza da Doutrina Espírita (Allan Kardec, as outras são, equivocadamente, chamadas de Espíritas, mas não são! - busquem e saberão) e 2 - se somos seres tão imperfeitos e com a tendência a nos deixarmos levar pela influência do mundo, construir a vida sem religiosidade, tenha ela a forma que for, é bem difícil. Prefiro uma pessoa sufocada por uma religião ainda opressiva que, quando adulto, opte por encontrar uma melhor, mais afim, que um ser que cresce sem noção de Deus. Ou seja: mais uma vítima fácil da matéria. Este seria um assunto longo, que não posso debater agora, nem aqui. Só penso que este foi o livro espiritualista mais materialista que li. Todavia, aprendi, também, com ele, e admiro esta capacidade de interiorização do autor, que eu busco. Recomendo, mas só para quem questiona e busca outras fontes, não para quem engole na íntegra tudo que vê.

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    Rajneesh Chandra Mohan Jain

    Rajneesh Chandra Mohan Jain (रजनीश चन्द्र मोहन जैन) (Índia, 11 de Dezembro de 1931 - 19 de Janeiro de 1990) foi o fundador de um movimento filosófico-religioso, primeiro na sua terra natal e mais tarde nos Estados Unidos da América. Durante a década de 1970 foi conhecido pelo nome de Bhagwan Shree Rajneesh e mais tarde como Osho. Embora Rajneesh nunca tenha escrito nenhum livro, muitos foram publicados por transcrições de seus discursos e palestras, livros que até hoje fazem muito sucesso em muitos países, inclusive o Brasil, país que possui um pequeno mas muito ativo grupo de discípulos e simpatizantes, espalhados em muitos dos grandes centros e em algumas comunidades mais afastadas. Muitos desses discípulos exercem algum tipo de atividade terapêutica alternativa e divulgam suas principais meditações, como a chamada meditação dinâmica. Alguns técnicos dizem tratar-se de um exercício aeróbico que promove embriaguez por hiperventilação. Outros, com experiência pessoal nessa técnica, dizem que a hiperventilação não causa embriaguês, mas muita disposição física durante todo o dia; não é aconselhável deitar ou sentar-se após esta técnica, mas cuidar das atividades da vida. Seus discípulos (Sannyasins) o apresentam como um grande contestador e libertador. Seu ensinamento, sem dúvida, enfatizava bastante a busca de liberdade pessoal e apresentava uma atitude mordaz em relação à tradição e à autoridade estabelecida. Entretanto, isso não é apresentado como uma rebeldia sem causa, mas como um transbordamento possível, vindo da meditação. É uma figura extremamente polêmica. Em boa parte, porque ele próprio raramente procurava apaziguar ou evitar conflitos. Ele nunca foi um moralista, enfatizando sempre a consciência individual e a responsabilidade de cada um por si mesmo. As pessoas que o ouviam, gostavam muito do que ele contestava com consciência, mas não assimilavam. Membros do seu grupo foram acusados de, deliberadamente, causar uma intoxicação com salmonela na comunidade de Condado de Wasco (no Oregon), na seqüência de alegadas tentativas para obter vantagens nas eleições do condado. Os seus discípulos garantem que ele teria morrido por envenenamento de tálio radioativo, provocado na altura em que esteve preso, durante trinta dias, nos Estados Unidos, em 1985. Alguns órgãos da imprensa chegam a divulgar que Osho teria morrido de Aids. Nos EUA, respondeu por 35 acusações e foi condenado a dez anos de prisão com sursis. Foi expulso também da Grécia, foi rechaçado da Alemanha e da Espanha e só conseguiu entrar na Irlanda porque seu piloto alegou ter um doente a bordo. Sua secretária Sheela Birustiel-Silvermann (Ma Anad Sheela) foi extraditada da Alemanha, onde estava no cárcere em Bühl e foi condenada pelo tribunal federal de Portland (Oregon), em 1986, a quatro anos e meio de prisão por fraude e envenenamento alimentar.

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    Madhya Pradesh, Índia

    Rajneesh Chandra Mohan Jain