A rigor, qualquer passe constitui uma terapia fluídica, entretanto, o termo fluidoterapia tem sido geralmente reservado para designar um tipo “especial” de passe, sempre executado por um grupo de passistas, com duração um pouco maior que o passe tradicional, e que normalmente, se destina a corrigir irregularidades, mais ou menos graves, da estrutura do perispírito que estejam a comprometer seriamente a vitalidade e a funcionalidade do organismo do paciente.
As sessões de fluidoterapia contam sempre com a participação de grupos de trabalhadores espirituais, os quais, de fato, realizam fundamentalmente toda a tarefa, cabendo aos participantes encarnados apenas auxiliar no processo, principalmente na dispersão e doação de fluidos. Em muitos casos, são utilizados pela espiritualidade, equipamentos complexos e sofisticados que são aplicados ao paciente. A fluidoterapia requer a participação de pelo menos três passistas experimentados, exigindo-se deles o máximo empenho no sentido do condicionamento individual, além de uma satisfatória harmonização interior.