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    The Ladies' Paradise -

    Émile Zola

    Oxford University Press
    2008
    480 páginas
    16h 0m
    ISBN-13: 9780199536900
    4.1
    4 avaliações
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    The Ladies' Paradise (Au Bonheur des Dames) recounts the spectacular development of the modern department store in late nineteenth century Paris. The store is a symbol of capitalism, of the modern city, and of the bourgeois family; it is emblematic of consumer culture and the changes in sexual attitudes and class relations taking place at the end of the century. Octave Mouret, the store's owner-manager, masterfully exploits the desires of his female customers. In his private life as much as in business he is the great seducer. But when he falls in love with the innocent Denise Baudu, he discovers she is the only one of the salesgirls who refuses to be commodified. This new translation of the eleventh book in the Rougon-Macquart cycle captures the spirit of one of Zola's greatest novels of the modern city.

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    ELCi Lima picture
    ELCi Lima15/08/2023Resenhou um livro
    3 (Bom)

    The Ladies Paradise

    Um livro simples, de tradução fácil Uma história fofa. Um romance linear,sem surpresas. Para treinar o inglês, o texto é ótimo

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola profile picture

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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