As raízes religiosas penetram fundo durante a infância. Crenças, costumes e práticas são lembradas com prazer, mesmo se estereotipadas. Ao mesmo tempo em que isso dificulta mudanças na igreja, também propicia às crianças um firme sentimento de segurança, além de fazer com que se sintam ‘em casa’ com o que são, como o modo como cultuam e com o que crêem. A igreja oferece às crianças uma ligação com uma história muito além do seu próprio tempo. Abre-lhes uma possibilidade de identificação com pessoas e fatos que alcançam bastante longe, uma união com algo duradouro e seguro. Tais raízes são indispensáveis. Quando pronunciamos o nome de uma criança no batismo, não apenas falamos da posse do Pai celestial sobre ela, mas também a declaramos um herdeiro da história do povo de Deus na terra, a igreja, uma história que depende dos eventos proclamados no evangelho de Jesus Cristo.