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    Sonata Para Pandemônio -

    Elisabeth Veiga

    Aeroplano
    2002
    120 páginas
    4h 0m
    ISBN-10: 8586579432
    Português Brasileiro
    2.8
    4 avaliações
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    Elisabeth Veiga é, reconhecidamente, uma das mais importantes poetas da atualidade. Pouco afeita a grupos e a estreitas definições de estilo ou outras classificações poéticas, Elisabeth já havia marcado época em 1972, com o lançamento de "Gôsto de Fábula". Vinte anos mais tarde, com um perfil mais livre e multi-modulado, publica "A Paixão em Claro", obra com a qual consolida seu lugar na primeira linha da poesia brasileira contemporânea. Dez anos depois, ressurge com "Sonata para Pandemônio", uma espécie de síntese dos anteriores e, surpreendentemente, o mais dissonante de sus livros. Uma obra inventiva, quase-barroca, dotada de carpintaria formal exigente e, sobretudo, uma obra que explora, com radicalidade, o humor ácido e a voz própria, original e intransferível da poeta. (Heloisa Buarque de Hollanda; orelha, adaptado.)

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    Elisabeth Veiga profile picture

    Elisabeth Veiga

    Elisabeth Veiga (Rio de Janeiro, 1941-2018) estreou em livro em 1972, com o volume Gosto de fábula, chamando a atenção de alguns poucos críticos. O largo intervalo entre esta coletânea de estreia e seu livro seguinte talvez ajude a explicar a obscuridade da poeta na historiografia literária do período, pois apenas vinte anos mais tarde Elisabeth Veiga retornaria com A paixão em claro (1992), esperando outros dez para publicar Sonata para pandemônio (2002). [revistamododeusar.blogspot.com]

    2 Livros
    0 Seguidor
    Rio de Janeiro, Brasil

    Elisabeth Veiga