Bastante interessante como a dupla Snyder/Capullo interpretaram a relação do Coringa e o Batman, sendo ambos nunca saberem a sua faceta para além de seus nomes mas, de maneira irônica, se conhecem muito bem.
A forma de como o Coringa age e o porque de suas ações são da mesma maneira, clara e nebulosa, claramente, envolve demonstrar o verdadeiro Batman por trás dessa nova fase em que o mesmo tem pessoas ao seu redor para ajuda-lo, mas, sempre com um pano de fundo extremamente duvidoso e insano. Adorei a forma em que o próprio Cruzado encapuzado demonstra seu medo latente para esse novo Coringa, mais insano e inescrupuloso para com seus planos.
Falando sobre a arte em si, novamente, um trabalho incrível pelos envolvidos em destaque, obviamente, o Capullo com seu traço característico. Em ênfase, o seu Coringa, devo dizer que a palavra "macabro" descreve bem a sua personalidade.
Dos pontos negativos, devo dizer que o traço das passagens de narrativas não me agradou, assim como o grande climax do final que não foi feito, parecendo uma decisão bem covarde do roteirista. Mas, ainda é uma leitura recomendável e divertida, mas, principalmente, macabra