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    TAO: O curso do rio - O Significado e a Sabedoria do Taoísmo, de acordo com os ensinamentos de Lao-Tzu, de Chuang-Tzu e de Kuan-Tzu

    Alan Watts

    Pensamento
    1995
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-10: 8531506492
    Português Brasileiro
    4.4
    11 avaliações
    Leram25Lendo2Querem119Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos6Desejados119Avaliaram11

    Ao longo dos últimos anos, gracas a seus inúmeros livros, Alan Watts ficou conhecido como um dos filósofos mais curiosos e não-convencionais do nosso tempo. Autor de mais de uma dezena de obras sobre filosofia comparada e religião, também se tornou conhecido nos Estados Unidos e fora dele como professor e conferencista. Especializando-se na interpretacão do pensamento oriental para ocidentais, neste seu último livro, completado depois da sua morte, por seu amigo e colaborador AI Chung-Liang Huang, Alan Watts ergueu o véu acadêmico que tantas vezes obscurece o Tao. O Tao - o caminho da cooperação do homem com o curso ou fluxo do mundo natural - foi concebido e explicado pela primeira vez por filósofos e místicos chineses nos séculos IV e V. Convencido de que o Taoismo tem enorme importância para o homem do século XX, Alan Watts recorreu aos antigos escritos de Lao-Tzu, de Chuang-Tzu e de Kuang-Tzu, bem como aos modernos estudos de Joseph Needham, de Arthur Waley e de Lin Yutang, e conseguiu transmitir neste trabalho, definido por ele como "um livro de alegrias e surpresas", o modo como ele próprio vivenciava e praticava o Tao no dia-a-dia. O texto é ricamente ilustrado com exemplos de caligrafia chinesa e pela caligrafia adicional de Lee Chih-Chang.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Desperta Luz picture
    Desperta Luz26/10/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Sobre fluir na vida

    Apesar de pequeno e com poucas páginas, este é o tipo do livro para se ler com calma, absorvendo a mensagem por trás da mensagem. O livro fala sobre o Tao, na perspectiva de Alan Watts, que tentou simplificar o que não há como ser simplificado - mas também, não é difícil. O Tao é a arte do equilíbrio, do caminho do meio, e somente um mergulho no conteúdo pode trazer à tona a riqueza de compreender como entrar no fluxo da vida.

    2 curtidas

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    Avaliações

    4.4 / 11
    • 5 estrelas55%
    • 4 estrelas27%
    • 3 estrelas18%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Alan Wilson Watts profile picture

    Alan Wilson Watts

    Alan Wilson Watts (Chislehurst, Inglaterra, 6 de Janeiro de 1915 — Baía de São Francisco, 16 de Novembro de 1973) foi um filósofo, escritor, orador e estudante de religião comparada britânico. Ficou conhecido como um intérprete e por popularizar filosofias da Ásia para o público ocidental. Escreveu mais de vinte e cinco livros e muitos artigos sobre assuntos como identidade pessoal, a verdadeira natureza da realidade, alta consciência, sentido da vida, conceitos e imagens de Deus e a busca da felicidade. Watts conquistou um grande número de seguidores na área da Baía de São Francisco, enquanto trabalhou como voluntário na KPFA, uma estação de rádio de Berkeley. Watts escreveu mais de 25 livros e artigos sobre temas de religiões orientais e ocidentais, apresentando a então florescente Contracultura da década de 1960 no livro The Way of Zen (1957), um dos primeiros best-seller sobre budismo. Em Psychotherapy East and West (1961), Watts propôs que o budismo poderia ser pensado como uma forma de psicoterapia e não uma religião. Ele também explorou a consciência humana no ensaio The New Alchemy (1958) e no livro The Joyous Cosmology (1962). Perto do fim de sua vida, ele dividiu seu tempo entre uma casa flutuante e uma cabana no Monte Tamalpais. Segundo o crítico Erik Davis, seus "escritos e conversas gravadas ainda brilham com uma lucidez profunda". Em várias de suas publicações posteriores, especialmente Beyond Theology e The Book: On the Taboo Against Knowing Who You Are, Watts apresentou uma visão de mundo, baseando-se no hinduísmo, filosofia chinesa, panteísmo e a ciência moderna, na qual ele afirma que o todo universo consiste de um ”Self cósmico brincando de esconde-esconde (Lila); escondendo-se de si mesmo (Maya), tornando-se todas as coisas vivas e não-vivas no universo e esquecendo o que realmente é - o resultado é que somos todos disfarçados”. Nessa cosmovisão, Watts afirma que nossa concepção de nós mesmos é um mito; as entidades que chamamos de "coisas" separadas são meramente aspectos ou características do todo. Os livros de Watts frequentemente incluem discussões refletindo seu interesse em padrões que ocorrem na natureza e que se repetem de várias maneiras e em uma ampla gama de escalas - incluindo os padrões a serem discernidos na história das civilizações.

    18 Livros
    27 Seguidores
    Kent, Inglaterra

    Alan Wilson Watts