Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores3
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Forbidden Colours -

    Yukio Mishima

    Penguin Classics
    2008
    432 páginas
    14h 24m
    ISBN-13: 9780141189567
    4
    1 avaliação
    Leram2Lendo0Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados1Avaliaram1

    From one of Japan's greatest modern writers comes an exquisitely disturbing novel of sexual combat and concealed passion, a work that distills beauty, longing, and loathing into an intoxicating poisoned cocktail. An aging, embittered novelist sets out to avenge himself on the women who have betrayed him. He finds the perfect instrument in Yuichi, a young man whose beauty makes him irresistible to women but who is just discovering his attraction to other men. As Yuichi's mentor presses him into a loveless marriage and a series of equally loveless philanderings, his protégé enters the gay underworld of postwar Japan. In that hidden society of parks and tearooms, prostitutes and aristocratic blackmailers, Yuichi is as defenseless as any of the women he preys on. Mordantly observed, intellectually provocative, and filled with icy eroticism, Forbidden Colors is a masterpiece.

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 1
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas100%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Kimitake Hiraoka profile picture

    Kimitake Hiraoka

    Grande admirador das tradições milenares da cultura japonesa, especialmente da conduta virtuosística dos samurais, Yukio Mishima - pseudônimo de Hiraoka Kimitake - viveu a literatura como se fosse parte indissociável de sua existência. Além de romances, escreveu também poemas, ensaios e peças teatrais. Crítico contumaz da degradação do Japão moderno, permaneceu sempre em luta pela retomada dos valores clássicos do seu país, até cometer o suicídio, em 1970. Sua morte é emblemática de como, para ele, arte e vida não se separavam: depois de rasgar o próprio ventre com um sabre, foi decapitado por um de seus discípulos, de acordo com a tradição samurai. É um dos escritores japoneses mais conhecido do mundo ocidental, tendo sido indicado três vezes ao Prêmio Nobel de Literatura.

    61 Livros
    215 Seguidores
    Honshu, Japão

    Kimitake Hiraoka