O livro, fartamente ilustrado, abrange ainda várias outras vertentes do pop, e destaca vários representantes marcantes de arte vanguardista, ligados ao abrangente conceito de pop, como John Cage: "Muitos críticos norte-americanos designaram John Cage como inventor da arte pop. A estética de Cage, derivada da arte dadá e da filosofia zen, contribuiu para abrir o panorama cultural e artístico norte-americano. Cage incentivou os artistas a apagar as fronteiras entre a vida, atacando as opiniões preconcebidas sobre a função e o significado da arte e colocando perguntas como: 'Pode-se afirmar-se que o som de um piano de uma escola de música seja mais musical que o de um caminhão que passa pela rua?'. " O rock também, logicamente, ganha um capítulo especial, principalmente analisando-se os grandes festivais que reuniram milhares de pessoas, e a capacidade de comunicação de massa que o gênero exerce até hoje sobre a juventude em todas as partes do mundo. Hoje em dia a denominação "pop" é um pouco diferente da de décadas atrás. O conceito "pop" hoje é ligado mais a uma música mais comercial, de consumo mais fácil, diferente do que é enfocado no livro, que abrange as origens do termo.
