Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas108
    • Leitores2626
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Atormentada -

    Jeannine Garsee

    Jangada
    2013
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-13: 9788564850392
    Português Brasileiro
    3.9
    1022 avaliações
    Leram1322Lendo49Querem1222Relendo2Abandonos31Resenhas108
    Favoritos124Desejados1222Avaliaram1022

    Rinn é uma garota bipolar, que mantém o transtorno sob controle com a ajuda de medicação. Ela mora com a mãe e estuda no Colégio River Hills, onde dizem que a piscina é assombrada por Annaliese, uma adolescente que se afogou ali vinte anos antes. Quando coisas terríveis começam a acontecer aos seus colegas e não a ela, Rinn promete descobrir por que não pode ser “atingida” pelo espírito de Annaliese. Ela consegue fazer contato com o fantasma, que não se mostra nada pacífico. Ao descobrir o motivo, Rinn pede ajuda para seu namorado Nate, e elabora um perigoso plano para descobrir a verdade. Logo realidade e fantasia se confundem, até Rinn perceber que é quase impossível diferenciá-las. Diante de uma força malévola que ameaça a vida de todos de quem ela gosta, Rinn se pergunta se de fato pode confiar no que sente ou se está novamente perdendo o contato com a realidade.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (108)Ver mais
    Maria Aparecida Zientarski  picture
    Maria Aparecida Zientarski 05/07/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Atormentada (+16)

    - Young adult; - Terror; - Doenças mentais; - Fantasmas; - Sobrenatural. Corinne, chamada de Rinn, uma garota bipolar que se muda para a cidade onde sua mãe cresceu após a trágica morte de sua avó, mãe de seu padrasto, ter destroçado sua família. Logo ao chegar à cidade, Rinn nota que há alguns mistérios nela, principalmente envolvendo o sombrio túnel do Colégio River Hills. O ponto alto do livro, para mim, está na narrativa de Garsee. Fazendo uso ora de frases sarcásticas e irônicas e ora de outras em um tom mais melancólico, como se variando entre os estados do transtorno bipolar, a história é contada em primeira pessoa transmitindo diretamente os pensamentos, sentimentos e impressões de Rinn. A autora, também, faz uso de frases curtas em determinados momentos, que contribuem para o impacto dessas falas. Embora haja uma doença de cunho psiquiátrico na história e a narrativa esteja conectada a ela, a leitura não se faz pesada em momento algum; ao contrário, a linguagem é leve e permite uma boa fluidez, além de um rápido envolvimento com o enredo, sendo típica de livros juvenis. Ainda que Rinn seja bipolar, o livro não foca na doença em si. Seus sintomas são apresentados por meio de comentários da protagonista, muitas vezes autodepreciativos, e por algumas de suas atitudes, diluídas por entre os acontecimentos da história. Acredito que o principal papel da presença do transtorno seja o de causar a dúvida sobre a veracidade de tudo: os acontecimentos são reais ou frutos de algum surto de Rinn? A própria personagem, inclusive, cogita tal possibilidade em diversos momentos. Em termos do desenvolvimento da história, a autora foi feliz no sentido de conseguir atiçar a curiosidade do leitor para decifrar e entender todos os mistérios. Uma leitura rápida, composta pela mistura certa de suspense e sobrenatural em meio a uma narrativa convidativa. Entretanto, não espere uma trama arrepiante ou complexa; sua função principal é a de entreter, e não a de perturbar. Leiam! “Mais uma vez em fila, subo até o terceiro andar quase sem fôlego. Meus remédios fazem isso comigo por volta das duas horas da tarde todos os dias, e essa é uma das razões que me fazem detestar tomá-los. Um antidepressivo. Um estabilizador do humor. Um antipsicótico suave. Rivotril, um calmante para evitar ataques de pânico. Ah, e pílulas anticoncepcionais, para que eu não surpreenda a minha mãe com um netinho vítima de má formação. Não que eu faça muito sexo ultimamente. Ou que eu faça algum.” “Mas às vezes aquelas mesmas dúvidas de sempre me assaltam e eu me pergunto: se eu vivo o tempo todo entorpecida, estou vivendo de fato? Talvez eu quisesse chorar ou assistir a um filme triste ou porque alguém feriu meus sentimentos. (…) Talvez não ouvir nem sentir as coisas como as outras pessoas seja mais enlouquecedor do que ouvir e sentir coisas que as outras pessoas não sentem.”

    41 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 1022
    • 5 estrelas28%
    • 4 estrelas36%
    • 3 estrelas27%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas2%
    Jeannine Garsee profile picture

    Jeannine Garsee

    Jeannine Garsee começou a contar histórias mesmo antes que pudesse escrever. "Eu era viciada em The Sunday Funnies", diz ela, "e meu pai trabalhava em uma fábrica de encadernação de livros. Ele trazia para casa uma enorme quantidade de papel a cada semana, e eu desenhava cenas em cada página. Mais tarde, quando eu aprendi a escrever, comecei a acrescentar as legendas - e, em seguida, as legendas só cresceram mais e mais até que eu não tinha nenhum espaço para as imagens. " Jeannine, conhecida como "Jen" pelos seus amigos, trabalha como enfermeira psiquiátrica em um hospital movimentado do centro da cidade. Nascida e criada em Ohio, ela vive com sua família em um subúrbio no sudoeste de Cleveland.

    4 Livros
    14 Seguidores
    Ohio, USA

    Jeannine Garsee