Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas16
    • Leitores27
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Esposa ou Amante? - Momentos Íntimos 234

    Linda Howard

    Nova Cultural
    1991
    192 páginas
    6h 24m
    Português Brasileiro
    4.1
    260 avaliações
    Leram15Lendo5Querem3Relendo3Abandonos1Resenhas16
    Favoritos49Desejados3Avaliaram260

    1º Book - Patterson-Cannon Family Saga Em Montana, as paixões explodem como a fúria da natureza selvagem Madelyn pára no meio do saguão do aeroporto, incapaz de dar mais um passa Seu coração bate disparado, a respiração ofegante. Ela nunca viu um homem tão irresistível, tão sexy! Seus gestos possuem uma sensualidade natural, máscula, que sugerem à imaginação de Madelyn noites de intensa paixão, corpos suados entre lençóis de cetim. Por que alguém assim teria de pôr um anúncio em jornal procurando uma esposa? "Madelyn Patterson? Sou Reese Duncan." Reese aspira seu doce perfume e sente uma onda avassaladora de desejo explodir em seu íntimo, fazendo-o perder a cabeça. No instante seguinte, seus lábios esmagam a boca de Madelyn com volúpia. Ele a aperta, acomodando-lhe os quadris contra os seus, querendo que ela saiba o quanto o excita... "Srta. Madelyn, aceita casar comigo?"

    Resenhas (16)Ver mais
    Dayane picture
    Dayane25/09/2011Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Esposa ou Amante?

    Seu Lobato tinha um sítio, ia ia ôôô!!!! Era uma vez um cowboy rude e amargurado que precisava de uma esposa para ajudá-lo a tomar conta da fazenda nos confins de Montana. O anúncio era assim: compro uma geladeira para me ceder leite sempre que eu quiser, com capacidade de produzir prole e de manutenção barata! Por algum motivo misterioso, afinal já dizia Shakespeare que há mais mistérios entre o céu e a terra... Madelyn leu o anúncio e quiz pagar para ver, respondeu o classificado! Chegando lá como toda boa moça da cidade seu fetiche por botas, modos rudes e corpo sarado pelo trato com a terra disparou e ela "xonou" de cara. Reese até que tentou pensar com a cabeça acima do pescoço, se concentrou no pensamento que aquela geladeira duplex frost free não era para a vida dele... mas a cabeça mais ao sul prevaleceu e ele deu cabo no seu plano e casou com a moça de fala mansa, olhar cândido e andar suave. Ah coitado, se ele soubesse, que por trás dessa imagem quase barroca tinha uma mula empacada, uma mulher que não abaixava a crista nem que sua vida dependesse disso. Que delíiiiiiiicia, toma Reese! O machão, arrogante, prepotente, misógino foi obrigado a baixar ele a crista! Vejam bem, ela fez um fumante inveterado parar de fumar, na véspera do casamento! Ele exigiu no segundo dia de casamento frango frito, e o tinhoso tinha que ser pego no galinheiro, por ela!!!!! Sabe o que é mais admirável? Ela pegou o frango, a garota de Mannhatan! Ele matou, mas ela depenou, limpou, destrinchou e cozinhou o bicho. Eita muié porreta sô. Ele bem que tentou corrigir a grosseria: "— Onde aprendeu a cozinhar tão bem?" Mas ela não estava a fim de facilitar: "— Há uma porção de livros de receitas na estante da sala. É só ler." Ele bem que quiz um tcherere tche tche mais tarde, mas ela... "— Dizem que o melhor lugar para se fazer as pazes é na cama. — Isso é o que os homens dizem. Fique sabendo que mulher alguma tem desejo de fazer amor com um homem quando, ainda há pouco, torcia para que ele engasgasse com um osso de frango!" Garota de Mannhatan, você é das minhas! Ela me impressionou muito, pois largar mão do conforto da metrópole para brincar de casinha em uma fazenda nos cafundós não é para qualquer um, e imaginem que o machão não queria deixar ela ir sozinha nem no vilarejo fazer compras vê se pode? "...Mas, se não tivesse voltado, não descobriria que você já começou a dar suas voltinhas por aí sozinha, não é? Há quanto tempo vem fazendo isso? — Isso o quê? Compras no mercado? Há muitos anos. Reese curvou-se vagarosamente e pôs o balde no chão. Ao aprumar-se, fitou-a bem sério e Madelyn percebeu o quanto ele estava alterado. Não era apenas raiva, mas ódio. Era a primeira vez que o via naquele estado. Nem mesmo a pintura da casa o deixara assim. Por um instante, ela chegou a temê-lo. — E precisava se vestir assim para ir fazer compras? — Reese indagou entre dentes. Madelyn usava uma saia cor-de-rosa, justa, até a altura dos joelhos, e uma camisa de seda branca com as mangas enroladas até os cotovelos. Sem meias, calçava sandálias brancas sem salto. — Precisava, sim. Não vejo nada de errado nesta roupa. Caso não tenha notado, está fazendo muito calor e eu não quis pôr uma calça porque saia é mais fresco. — E deve ter adorado ver os homens admirando suas pernas, não é? — Que eu notasse, ninguém olhou para minhas pernas. Reese, eu já falei e torno a repetir: não vou pagar pelos erros de April! Agora, se me der licença, preciso levar as compras para dentro. Mas Reese agarrou-a pelo braço e a puxou de volta, obrigando-a a fitá-lo. — Não me dê as costas quando estou falando com você! — Ora, desculpe, majestade. Reese agarrou-lhe o outro braço e sacudiu-a. — Quando você quiser ir à cidade, eu a levo. Caso contrário, não tire seus pezinhos da fazenda, entendeu bem? E nunca, eu disse nunca mais saia de casa sem me dizer para onde vai. Madelyn tremia de raiva. — Pois, ouça aqui: sou sua esposa e não sua prisioneira de guerra. Não vou lhe pedir permissão para sair nem pretendo ficar trancada aqui como uma criminosa. E se você levar embora as chaves do carro ou mexer no motor para não fazê-lo pegar, juro que irei a pé até onde eu quiser. Pode apostar sua fazenda como eu vou. Não sou April, entendeu? Não sou! Reese soltou-a e ambos se entreolharam, imóveis. Então, Madelyn curvou-se, pegou o balde de água e entornou-o na cabeça dele. — Se um balde não for suficiente para esfriar sua cabeça, posso buscar outro — ofereceu num tom glacial." Essa garota largou a Bloomingdales para trás, foi para Montana, enfrentou um inverno de 43 graus negativos e um cowboy desiludido. Se adaptou ao comércio do vilarejo, tirou o frio de letra e colocou o cowboy de joelhos, mansinho, mansinho! EU ADOREI!!!! YOU GO GIRL!!!!!! A Madelyn merece ser conhecida e admirada e o Reese é um diamante bruto que ao ser lapidado é muiiito delícia. Eita livro bão sô!!!!!

    11 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 260
    • 5 estrelas42%
    • 4 estrelas32%
    • 3 estrelas22%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas2%
    Linda S. Howington profile picture

    Linda S. Howington

    Linda Howard começou a escrever aos nove anos, e escreveu por vinte anos para sua própria diversão. Ela trabalhava em uma empresa de camionagem, onde ela conheceu o marido, Gary F. Howington, e então decidiu tentar começar seu trabalho publicado em 1980.Seu primeiro trabalho foi publicado pela Silhouette em 1982.Ela é um membro fundador da Romance Writers of America , juntando-se em 1981, logo após ter sido formado.

    111 Livros
    353 Seguidores
    Alabama, Estados Unidos

    Linda S. Howington