Ao observar personagens de rua, cenas do dia a dia, e participar dos rituais desse cotidiano, Elias dialoga com suas sombras, espectros, fantasmas, duendes, gnomos e toda uma legião de personagens que saltam das páginas impressas no papel (seu melhor e mais genuíno depósito) para aderir ao corpo dos que com ele tiveram contato através do meio mais diabolicamente humano: a inteligência. O livro faz parte do projeto Orgulho de Ser do Pará,do jornal Diário do Pará.
