Anya Gage has learned that to get anything good in life, you have to work for it. She has no expectations, no dreams. Then she finds herself at a party where she doesn’t want to be and she meets Knight. Knight Sebring knows who he is, what he wants and what he likes. And he gets it. But he never expected something as sweet as Anya Gage to wander into his bedroom – during a party he did not expect to be having – to borrow his phone. Knight tries to leave Anya to the life she deserves of white picket fences and a man who watches football on Sundays –good, normal and clean. But when Anya comes to his nightclub and finds herself in a situation, he knows someone has to look after her. He can’t fight it anymore, and he decides that man will be him. Knight teaches Anya that, just as with the bad, in life you should also expect the good. And he teaches her this by giving it to her. But Knight has a dark past and just as he desires Anya for exactly who she is, he fears when she finds out exactly the man he has become and always intends to be, she’ll leave him for good, normal and clean. To read working chapters of this novel, see below.
Knight (Unfinished Hero #1) -
Kristen Ashley
Ai Knight, eu até tentei não gostar de você, juro que tentei, mas você tinha que ter esse lado todo charmoso, né?! ¬¬" Esse é o livro mais polemico da Kristen Ashley, se você for lá no Goodreads, você vai ver o mar de contradições. Tem gente que odiou, que amou e que como eu ficou no meio termo. Mas ai você me pergunta: - Gi, se você ficou no meio termo, por que deu 5 estrelas? Porque pra mim, lovro bom é aquele que mexe com os teus sentimentos, que te deixa intrigada, que te faz pensar se na tua vida você faria o que os personagens fazem, sabe? E Knight foi tudo isso. Uma confusão de sentimentos. A trama desse livro é bem focada no relacionamento de Knight e Anya, quase não há acontecimentos externos (sim, dessa vez não teremos uma das marcas registradas da autora: o resgate da mocinha em apuros no final do livro). Eles se conhecem quando em uma festa na casa de Knight, Anya entra sem querer no quarto dele e usa o seu telefone para chamar um taxi. O celular de Anya já tava na hora da morte. E que bom que aquele celular não funcionou, porque a partir daquele encontro a vida de Anya mudou totalmente. Knight tomou conta de tudo. E quando eu digo tudo é tudo mesmo. Ele é o sinônimo de controle, possessão e dominio. Ele é um Dom (o BDSM aqui é bem, bem light, o negócio dele é só mesmo o controle). Knight é complexo, intrigante e vive como rei no mundo que ele criou para si. Confesso que tive alguns problemas com a personalidade dele. Eu não me sentiria confortável com o nível de possessão dele, com a sua agressividade (ele não chega a maltratar Anya, tá.), com o que ele acha que é certo e errado... Por aqueles que ele ama e ela faz tudo, manda bater, acabar, matar e sem nenhum tipo de peso na consciência. Isso pra ele é retribuição justa e ele quer que Anya aceite isso numa boa. Ele obriga ela. E eu também não me sentiria confortável em viver com alguém que trabalha com o que ele trabalha (Knight tem uma boate e mais um outro negocio que não vou falar pra não perder a graça). Ele explica pra Anya. Ele não quer ela envolvida com isso, trabalho é trabalho, a vida dele é outra coisa. E você sabe o que é pior? Eu aceitei a explicação pro que ele faz, fez sentido pra mim. E é esse uns dos pontos de tanta polêmica desse livro. Outra polêmica gira em torno de ele mandar a Anya chamar ele de Daddy (Papai) na hora do sexo. Ela é a Baby (Bebê) dele. Eu não me incomodei, não levei pro lado "Pai - Filha" da coisa. Mas tem gente que não vai gostar, principalmente como ela usa essas palavras em uma situação no epílogo.. Ah, só um parenteses. Knight é um deus grego. aff. Lindo de morrer. Anya também é linda. Doce, menina sofrida, mas que dá a volta por cima e rala muito pra conseguir conquistar os seus sonhos. E quando Knight entra na sua vida, tudo melhora, claro. Mas ela tem que viver segundo as regras dele. Às vezes é bem complicado, mas eu não culpo ela não. Mesmo ele não sendo bom, normal e limpo, ele consegue ser fofo, doce, protetor, carinhoso.. ai, tudo de bom. Ele cuida da sua nenêm! =) Só achei que ela podia ter sido uma mocinha mais forte. Ele foi muito passiva e submissiva. E isso não é uma coisa comum nas mocinhas da Kristen Ashley. Enfim, eu recomendo muito. Alias, recomendo demais essa autora. Se você gosta de livros com mocinhos suuuuuper alphas e mortos de apaixonados e mocinhas porretas. Essa é a mulher! E tem histórias pra todos os gostos. Cowboys, policiais, motoqueiros, empresários, ui. =) PS: o livro é hot meninas. É o mais hot da autora. Tem um quê de 50 tons, só que é bem melhor!
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3.6 / 68- 5 estrelas31%
- 4 estrelas24%
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