Após as descobertas e os acontecimentos do primeiro livro, Angélica e Diana são levadas ao acampamento regido por dois dos irmãos Baleares, Richard e Edgard. Enquanto a rotina no Refúgio segue adiante, o cotidiano na cidade de Petrópolis e as consequências dos últimos fatos continuam se desenrolando. Ainda que longe dos olhos, perto das mentes e dos corações das duas meninas.
A nova vida das jovens, incluindo Carla, torna-se marcada pelo dilema entre o querer e o poder, entre o que querem fazer e o que devem fazer. Aliado a isso, os temores envolvendo a água de propriedades únicas passam a ser acompanhados pelo medo do grupo de caçadores, que adentram a floresta em busca de rastros. Será o incentivo ideal para que os irmãos se unam em prol da mesma causa?
Uma das melhores surpresas ao desbravar a continuação de um livro é deparar-se com uma narrativa ainda mais aprimorada e disposta a cativar o interesse do leitor. Refúgio é o exemplo perfeito disso, apresentando reviravoltas nos momentos certos e mostrando que ainda existem muitos mistérios a serem revelados. Fico ansiosa pelas próximas páginas e pelos novos detalhes sobre a história dos Baleares, guardando as minhas teorias entre as florestas densas.