Frédéric Bastiat -

    Frédéric Bastiat

    Instituto Ludwig von Mises Brasil
    2010
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9788562816208
    Português Brasileiro

    Entre os economistas franceses, Fredéric Bastiat merece ocupar um lugar de destaque. Sua obra completa se compõe de sete volumes. Reunimos aqui alguns textos que, às vezes com humor, às vezes com rigor, desenvolvem as ideias às quais Bastiat consagrou toda a sua existência. Um princípio domina toda sua obra: A lei deve proteger a personalidade, a liberdade e a propriedade de cada um. Infelizmente, ela pode ser pervertida e posta a serviço de interesses particulares, tornando-se, então, um instrumento de espoliação. É desta forma que Fredéric Bastiat analisa o funcionamento do estado, esta "grande ficção através da qual todo mundo se esforça para viver às custas de todo mundo". Para ele, protecionismo, intervencionismo e socialismo são as três forças de perversão da lei. A leitura destes textos mostra que as ideias de um dos defensores mais contundentes do liberalismo clássico guardaram até hoje sua atualidade e sua pertinência.

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    Enhur10/05/2021Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Tenho que me segurar pra não querer marcar todas as frases.

    Bastiat é simplesmente uma MÁQUINA. Simples, objetivo e acertivo. "O estado, já nos explica Bastiat, são homens que têm seus interesses particulares, suas próprias preocupações, e que se dedicam talvez ao bem comum, mas em função da concepção relativa e pessoal que eles têm de bem comum. ... A premonição aparece através da análise que Bastiat faz do crescimento do estado. Bastiat nos explica que, a partir do momento em que saímos do estado mínimo e em que o estado se arroga o direito de tomar de Pedro para dar a Paulo, entramos numa engrenagem fatal que só pode nos conduzir a cada vez mais estado... ... A partir do momento em que o estado se arroga o direito de intervir na repartição dos bens entre os particulares, as pessoas são naturalmente levadas a investir sempre mais recursos no mercado político, a fim de captarem para seu próprio proveito uma parte crescente do poder de coerção do estado, e evitarem que sejam os outros que tirem vantagens às suas custas. cada qual se põe a dar mais importância à realização de seus objetivos através da intervenção do estado a seu favor, do que pela busca da cooperação contratual privada. é a engrenagem corporativa da qual os estados previdenciários contemporâneos nos oferecem quotidianamente a ilustração." Henri LEPAGE Junho de 1989

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