Terceira HQ do Fantasma que li esse ano e mais uma experimentação diferenciada na leitura, que só agora resolvi compartilhar. Mas não sou maluco. Será?
Bobagem, mas é assim... As histórias são muito simples (toscas para os mais exigentes), mas me trazem um prazer caloroso na leitura por lembrarem a infância, quando devorava títulos que nem esse. Essas lembranças se transformam em percepções sensoriais e assim, no desenrolar da história, vou percebendo sons de ação, drama, suspense, situações cômicas e outros efeitos caracterísricos de filmes e séries antigas. Para completar a loucura, as falas do Fantasma e outras personagens são ditas por protagonistas que identifiquei daquele desenho antigo maneiríssimo, o Jonny Quest. KKKK! Lembro do Dr. Benton, Roger, Hadji, Bandit e Jonny. Acho que essa peça que minha mente me prega é por ter uma boa receptividade à HQ e misturá-la com saudosimo. Só bobagem, mas essas últimas três leituras foram assim.
A HQ traz duas aventuras das antigas, resgatadas das páginas de jornais dominicais quando foram publicadas. Gostei mais da primeira (O segredo de Woduro) que coloca o Fantasma em embate com traidores ao trabalho de uma arqueóloga amiga. A segunda aventura é sobre a ajuda a um menino, por acaso príncipe, que tem seu trono quase usurpado.
São histórias extremamente simples e ingênuas, mas também por isso, e por um romantismo que as aventuras me fazem pensar ou lembrar, curto bastante essas inusitadas leituras.
Não sei até quando minha mente vai me pregar peças, mas a leitura assim tem sido divertidamente maluca. Eu, hein?! KKKKK!