A grande atração de "Divided Loyalties", evidentemente, é vilão principal, ninguém mais, ninguém menos do que o próprio "Celestial Toymaker", uma figura que conhecemos na era do First, mais precisamente no arco 024. Claro, eu já gostava muito do contexto desse personagem, e neste livro tive o prazer de conhecer mais sobre ele, entender sua origem e a proporção de sua maldade. De fato, ele consegue fazer um belo estrago, manipulando a todos e confundindo suas mentes.
"He had thought the Toymaker irreverent, wily and almost playful. Spoilt. But now he saw the truth. The Toymaker was the personification of sheer malevolence, evil given form".
Infelizmente, as histórias dos livros não podem ser tomadas como canon, como já disse anteriormente, Doctor Who é uma série tão complexa que nem mesmo o que apareceu na própria série pode ser definido como canônico. Portanto, whovians queridos do meu coração, leiam a obra com a mente aberta, desfrutem, divirtam-se, mas não a tomem como verdade absoluta. Para mim, a história do Toymaker faz muito sentido, porém, nunca sabemos quando ela pode ser desmentida por algo nos episódios em si.
No começo do livro, tive certa dificuldade de entender as coisas, principalmente no tocante da estação Little Boy II e o planeta Dymok, mas depois fui me adaptando e entendendo. De fato, é preciso algum tempo para começar a gostar da história, pois os primeiros acontecimentos ainda não são muito empolgantes e, como é comum nas aventuras do Fifth, demora um pouco para descobrir o que os fatos aparentemente isolados têm em comum com o contexto geral. Enquanto Doutor e companhia tentam ajudar a tripulação a resolver o mistério da súbita falta de informações vindas do planeta Dymok, o Toymaker usa de seus poderes para conseguir novas vítimas, sempre as envolvendo em seus famosos jogos nada inocentes.
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