Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores21
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Relatório sobre os Homens -

    Papini

    Livros do Brasil
    1986
    401 páginas
    13h 22m
    ISBN-1: 0
    Português
    0
    0 avaliação
    Leram1Lendo0Querem19Relendo1Abandonos0Resenhas0
    Favoritos1Desejados19Avaliaram0

    O Relatório sobre os Homens é a mais surpreendente, entre todas as obras de Giovanni Papini: Aquela que mais intimamente espelha a matriz cultural, antropológica e psicológica - schopenhaueriana e nietzschiana - do autor, na sua juventude, e se torna essencial para análise da cultura européia nos primórdios do século XX. Trata-se de uma obra sonhada e iniciada em 1908 e que, durante 37 anos, foi burilada até uma completa maturação - que nos espanta e encanta.

    Estatísticas

    Avaliações

    0 / 0
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Giovanni Papini profile picture

    Giovanni Papini

    Nasceu em 1881 de uma família simples, em Florença. Seu pai, Luigi, soldado nas hostes de Garibaldi e partícipe do Risorgimento e sua mãe Erminia Cardini, foram responsáveis por boa parte de sua formação. Teve uma infância e adolescência solitárias, conforme aponta em diários pessoais, passada a maior parte do tempo na biblioteca do avô. Forma-se professor em 1899 e trabalha algum tempo nesse mister, exercendo conjuntamente atividades como bibliotecário. Funda em 1903, junto com Giuseppe Prezzolini a revista Leonardo, que se torna rapidamente uma das publicações européias mais influentes da Europa pré-Primeira Guerra Mundial. Sua trajetória é a de um dos intelectuais mais polêmicos e contraditórios de seu tempo, tendo participado de diatribes de toda sorte, sido excomungado e tido dois livros no Índex do Vaticano e concluído seus dias, em 1956, como um católico devoto. Orgulhoso de suas raízes toscanas, especialmente as florentinas, foi amado e odiado na mesma medida em seu país. Sua vida, de certa forma, resume e ilustra a primeira metade do século 20 italiano, com suas reviravoltas, tragédias, vitórias e derrotas sucessivas. Escreveu mais de 60 livros, sendo que alguns, como "Gog", "Palavras e Sangue", "Trágico Cotidiano", "Juízo Final" (contos) e "Um Homem Acabado" (autobiografia) são considerados entre as melhores obras em italiano no século 20. Admirado por Jorge Luis Borges - que fez questão de colocá-lo como segundo autor editado na sua famosa coleção Biblioteca de Babel - também sofria, ironicamente, de cegueira, e suas últimas obras tiveram de ser ditadas para sua sobrinha, especialmente o monumental Juízo Final (Giudizio Universale), que levou mais de doze anos para ser concluído. Morreu em sua Florença natal aos setenta e cinco anos.

    14 Livros
    10 Seguidores

    Giovanni Papini