Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas4
    • Leitores31
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Novas Coisas da China - Mudo, logo existo

    António Caeiro

    Dom Quixote
    2013
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9789722052320
    Português
    3.3
    14 avaliações
    Leram20Lendo0Querem11Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos0Desejados11Avaliaram14

    Um retrato das enormes mudanças em curso na sociedade chinesa, pelo correspondente da Lusa em Pequim. «O aeroporto de Pequim é hoje o segundo mais movimentado do planeta, à frente de Londres ou Nova York, e grande parte dos produtos que usamos diariamente - os originais, as cópias e as imitações - são Made in China. O mais surpreendente, no entanto, é o ritmo com que essas «coisas» aconteceram e estão ainda a acontecer. "A velocidade na China é cinco vezes mais rápida do que na Europa", diz uma jovem arquiteta portuguesa que trabalha (...).

    Resenhas (4)Ver mais
    André Ferreira picture
    André Ferreira25/04/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um retrato da China Contemporânea

    A República Popular da China se apresenta para o mundo neste novo milênio. Sua potência, para além de suas gigantescas fronteiras continentais e dimensão populacional, a influência cultural chinesa toma o mundo. As transformações sociais e estruturais na China são descritas pelo correspondente português em Beijing/Pequim, o jornalista Antonio Caeiro em seu trabalho ‘Novas coisas da China: Mudo, logo existo’, livro publicado em 2013. Neste livro temos uma fotografia real das enormes transformações e mudanças em curso na sociedade chinesa contemporânea. Analisando a história política e econômica da China desde meados do século XIX, desde a Guerras do ópio às transformações de um “socialismo de mercado” que vem transformando as estruturas do país, passando pela revolução chinesa de 1949 e a Revolução Cultural maoista no inicio dos anos 1970. Uma sociedade que conseguiu se adaptar aos sistemas internacionais, mas que vive as suas contradições e dilemas ante a uma busca que pretende conciliar tradições e mudanças. As transformações em Pequim, com a construção em dimensões nababescas de centros financeiros, prédios, aeroportos, autoestradas, através de uma expansão de capital dirigida de uma forma mista entre “novos” ricos e entidades do Partido Comunista Chinês. Uma China que domina aos poucos o mercado econômico, ainda sofre com pressões por uma abertura política, que cresce de forma desigual e tenta modernizar o país (coisa que vem conseguindo com muito êxito). Antonio Caeiro traz um relato de forma simples, com uma linguagem acessível e didática. Achei interessante que ele toca nos pontos controversos dessa nova China sem deixar de apontar todos os agentes presentes no contexto. Nesse sentido, a nova China é formada por uma população que cresce em ritmo progressivo, um mercado extremamente interessante, que aos poucos vai tomando a banca, e engolindo os centros emergentes da economia mundial.

    50 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.3 / 14
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas43%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas0%
    António Caeiro  profile picture

    António Caeiro

    António Caeiro nasceu em Moscavide em 1949, filho de pais algarvios. Começou a trabalhar aos 16 anos, numa companhia de seguros. No dia 25 de Abril de 74 estava em Paris, exilado. Jornalista profissional desde 1975, com experiência na imprensa escrita e na rádio. Ingressou em 1978 na agência noticiosa portuguesa ANOP, antecessora da Lusa, onde trabalhou até ao Verão de 2015. Foi correspondente em Cabo Verde (dois anos) e depois em Pequim, onde viveu 19 anos. Colabora regularmente com o semanário Expresso. É autor de três livros sobre temas chineses: Pela China Dentro (2004), Novas Coisas da China (2013) e Peregrinação Vermelha (2016). Em 2018, com José Pedro Castanheira e Natal Vaz, publicou A Queda de Salazar: O princípio do fim da ditadura.

    2 Livros
    0 Seguidor

    António Caeiro