Superinteressante Nº 221 (Dezembro de 2005) - Quando a vida termina?

    Eliza Muto, Leandro Narloch

    Abril
    2005
    88 páginas
    2h 56m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Dezembro 2005 Quando a vida termina? Estamos tirando órgãos de pessoas vivas? Obrigando doentes terminais a sofrer inutilmente? A medicina está tornando cada dia mais difícil separar os vivos dos mortos. Conheça esta polêmica - um dia, sua vida pode depender dela. Náufragos! As histórias terríveis de tragédias no mar... E as lições que elas ensinam. O Homem foi mesmo à Lua? O que não aprendemos na escola? Desastres naturais. As maiores descoberts da ciência em 2005. Os DVDs do ano. Os melhores games.

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    Dezembro de 2005 - EDIÇÃO EXTRA

    "Quando a vida termina?" As fotos são de pacientes terminais, com paralelo entre vivas e... Misericórdia! Será? Fiquei comovido com as imagens... Sobre a reportagem, foi acentuado os tipos de coma, com estágio final no irreversível, quando a morte é atestada no contexto neurológico. Interessante que o corpo pode ser mantido por aparelhos e, nessa caracterização, foi também impactante o relato histórico sobre a mulher que, em coma irreversível e grávida, foi mantida por três meses nas máquinas a pedido da família até o nascimento do bebê. Incrível isso! No final das contas, o que entendi da reportagem é que a partir do diagnóstico citado o óbito é declarado, os aparelhos podem ser desligados e a família autorizada à doação de orgãos se desejar. Acredito também que a reportagem sutilmente instigou a reflexão sobre eutanásia, dissertando sobre dignidade humana na morte. É questão delicada, tem o posicionamento do paciente e de familiares... Seria correto não respeitar a vontade de eutanásia, baseada em racionalismo para evitar extensão do sofrimento e valorizar a dignidade na morte, antes do tal coma irreversível? Olha, não julgo ninguém e respeito as escolhas, mas em minha percepção a vida é preciosa até o último momento. Incentivo a entrega e busca a Deus, onde reforço a resiliência, refrigério e esperança, cabendo ao Senhor a decisão cabal. É subjetivo o pensamento, mas é meu posicionamento e criticidade no assunto. "Os 6 trabalhos de um náufrago" A reportagem reforçou meu posicionamento de apego à vida, com relatos de luta pela sobrevivência em condições viscerais de seis náufragos. Destes, conhecia o dos sobreviventes do Esex (que inspirou o romance "Moby Dick"), ainda o mais impactante que já li. "A pílula pop" A aspirina em usos comuns, como analgésico e antitérmico. Foram citadas certas marcas comerciais famosas com prós e contras. Obviamente para todas o uso indiscriminado não é recomendado por reverter em danos ao organismo. Do que foi comentado, esqueceram de um dos possíveis danos, que vale para todas, a possibilidade de afetar o metabolismo renal formando cálculos, principalmente em pessoas com histórico e mais suscetíveis. Olha, falo por mim, que busco sempre alternativas viáveis, quando possível, em vez de me viciar em "píula", tendo rim problemático. O poster trouxe o "Mundo Mágico do Circo" Quatro páginas sobre os mais conhecidos artistas circences. Fiquei encafifado sobre 5 tipos de palhaços comuns, principalmente o Palhaço Augusto (aquele no estereótipo famoso de nariz vermelho, cara branca, bochecha rosada, desajeitado, etc, coisa e tal). O poster não deu a origem do nome, me deixando com vontade de saber... Segundo outras fontes, esse palhaço remete a um circo alemão no século 19 em que um rapaz (advinha o nome), não necessariamente artista de palco, mas apoiador, tomou porre e acabou invadindo o picadeiro, desajeitado, nonsense e, branquelo do jeito que era, com nariz e bochechas vermelhas do morgado. A platéia se divertiu com a baderna que provocou e assim virou personagem. Verdade? Sei lââ! Só sei que foi assim... O que dizem. Tem também nota curiosa sobre os "traidores mais conhecidos". Obviamente não houve discordâncias sobre Judas como o mais conhecido (povo condena, malha, mas assim como ele, troca Jesus por ínfimos valores ilusórios desse mundo... sabias disso?). Agora, citar um tal Calabar como o maior traidor do Brasil! Nunca nem tinha ouvido falar dele! E não ero o Joaquim Silvério dos Reis, que cagoetou o Tiradentes a custo de perdão de dívidas e livramento? O Calabar foi aliado de Portugal que depois se embandeirou pro lado dos holandeses. Quem foram piores, os colonizadores portugueses ou holandeses? Não vou entrar na questão, mas acho que a revista errou em deixar Calabar antes do Joaquim Silvério... Fim da resenha. E teve mais curiosidades na edição, hein!

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