Curitiba não tem mar, tem bar. A assertiva é de Paulo Leminski, poeta, escritor, boêmio que nos deixou em 1989, e que, mais que ninguém, contribuiu para que o projeto de um livro sobre a boemia se transformasse em realidade. (...) Lares e Bares é a essência de um longo caminho que passa pelos sujos botequins do Mercado ainda em 1860, dos finos bares com serviço à francesa, em hotéis como os finados Johnscher e Grande Hotel Moderno, ou do impagável risoto servido no Vagão do Armistício por dona Júlia Lazzarotto.