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    Marta -

    Medeiros e Albuquerque

    Com-Arte
    2013
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9788571661400
    Português Brasileiro
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    Lançado em 1920 pela editora Francisco Alves, o romance Marta, de Medeiros e Albuquerque, foi reeditado em duas oportunidades: 1922, também pela Francisco Alves, e 1932, pela Renascença Editora, quando o autor ainda vivia. Depois disso, deixou de circular. O romance conta a história de Leopoldo Braga, homem conquistador e mulherengo que, ao descobrir ser pai de uma filha bastarda, envolve-se numa trama de segredos e enganos, em meio a uma sociedade conservadora e preconceituosa. O drama em que se enredam Leopoldo, Margarida e Marta configura uma história com final inesperado, que talvez fosse incompreensível fora dos padrões comportamentais e dos valores morais de uma época, em certos aspectos, mais intolerante do que a atual. A coleção Reserva Literária, da editora-laboratório Com-Arte em parceria com a Edusp, oferece ao leitor o seu segundo número, com a cuidadosa edição modernizada e anotada deste romance de Medeiros e Albuquerque. Boa leitura.

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    José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque

    José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque (Recife, 4 de setembro de 1867 — Rio de Janeiro, 9 de junho de 1934) foi um funcionário público, jornalista, professor, político, contista, poeta, orador, romancista, teatrólogo, ensaísta e memorialista brasileiro. Filho de José Joaquim de Campos de Medeiros e Albuquerque. É o autor da letra do Hino da República. Na imprensa, escreveu também sob os pseudônimos Armando Quevedo, Atásius Noll, J. dos Santos, Max, Rifiúfio Singapura. Membro da Academia das Ciências de Lisboa. Em 1896 e 1897, compareceu às sessões preliminares de instalação da Academia Brasileira de Letras. É o fundador da Cadeira número 22, que tem como patrono José Bonifácio, o Moço.

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    2 Seguidores
    Pernambuco, Brasil

    José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque