Quando adolescente li, muitos romances de banca, mas o tempo e a experiência me causaram certa aversão para qualquer tipo de romance romântico. Avessa a esse tipo de leitura, ganhei o livro de inimigo secreto e além da leitura, uma resenha se fazia necessária... Portanto, tá aí...
No começo da colonização do Oeste dos EUA, os homens abriam caminhos, estradas, trabalho. E na maioria das vezes, as cidades eram puramente masculinas com um bordel para satisfazer os desejos. Mas os homens não queriam só um prazer momentâneo. Tinham decidido viver no Oeste selvagem, então precisavam compor família. Para tanto, um homem de negócios visionário resolve buscar um navio cheio de mulheres do Leste. Viúvas de guerras, noivas de soldados mortos na guerra civil... E elas se aventuraram para encontrar uma vida nova. Os homens se associavam para pagar a passagem de navio para que as mulheres fossem para lá. Ao invés de 500, apenas 46, então imagine a confusão dos 297 homens que contribuíram... 1 Mulher para cada 7 homens. Disputadas, elas tinham um séquito para poder escolher qual seria o melhor marido (ou menos pior em alguns casos). Emily fez o favor de se apaixonar pelo dono do bordel. Um homem que não queria relacionamento, e fugia de casamento como o diabo da cruz. Sem contar que ele não tinha entrado na associação para trazer as mulheres, portanto, mesmo se estivesse interessado em casamento, estaria fora. A mocinha decidiu que não ia casar com ninguém, virou a primeira empresária do Oeste em sociedade com Austin, o promíscuo e mal falado dono do bordel. O fim da história é óbvio como todo romance de banca, mas as peripécias são bem feitas. E até mesmo o 'mistério' foi fácil de resolver."