Que a mocinha em algum momento da vida bateu a cabeça eu já sabia, só não sabia da vasta extensão do dano. Porque essa é a única explicação cabível pra tanta doidice e instabilidade emocional/intelectual em uma só pessoa.
Sério que ela ficou quase o rai do livro INTEIRO criando tumulto com o mocinho ou fomentando umas dúvidas que eu realmente não consegui acompanhar?
E, pior, sério que ela só se dava conta das cagadas e tomava um rumo quando alguém de fora dava um toque?
Jude... não sei se deve ser canonizado ou se deve tomar uma coça de vara pra largar de ser trouxa ao suportar tamanha oscilação: uma hora a bosta da menina dava uns chiliques, terminava tudo, dizia que queria espaço e dois dias depois, já tava lá enchendo o saco.
Se não quer – caralho – morra!
Deixa o cara seguir adiante.
E, óbvio, tô até agora cogitando hipóteses sobre os porquês de ter avaliado esse livro com 5 estrelas, quando o li há anos.
Será que eu tava numa dieta infame e, por pura abstinência de chocolate, meu bom senso se esvaiu?
Ou eu queria praticar a bondade literária e num gesto magnânimo saí avaliando muito bem livros que, no meu estado normal, receberiam, no máximo, 3 estrelinhas?
Bem, o fato é que agora fico imaginando no que vai dar o terceiro livro, já que não lembro de nada da história.
O mais trágico? Preciso ler.
A curiosidade é mesmo uma cadela.
;)