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    Aqui e Agora - Sobre a Morte, o Morrer e as Vidas Anteriores

    Osho

    AnDre
    2000
    110 páginas
    3h 40m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.6
    5 avaliações
    Leram8Lendo2Querem27Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos1Desejados27Avaliaram5

    Quando vemos que se produz a morte, somos conscientes de nossa própria morte. Quando choramos a morte de alguém, não só nos faz chorar a morte dessa pessoa, mas também também a lembrança renovada da nossa própria. Não só sentimos dor e pena pela morte de outra pessoa, mas sim pela possibilidade aparente da nossa própria. Toda morte que acontece é, ao mesmo tempo, nossa própria morte. E Como podemos viver, enquanto sigamos rodeados da morte? Viver desta forma é impossível. Assim não podemos conhecer o que é a vida: nem sua alegria, nem sua beleza, nem sua bênção. Assim não podemos alcançar o templo de Deus, a verdade suprema da vida.

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    Carla Parreira picture
    Carla Parreira09/12/2023Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Aqui e Agora - Sobre a Morte, o Morrer e as Vidas Anteriores (Osho). Melhores trechos: "...No mesmo tempo de Buda e Mahavir, nasceu Sócrates na Grécia, seguido pouco tempo depois por Platão e Aristóteles. Nesta mesma época nasceram na China Confúcio, Lao-Tse, Chuang-Tse e Mencio (Meng-Tse). Aproximadamente na mesma época nasceram em partes diferentes do mundo pessoas incríveis. O mundo inteiro estava cheio de pessoas fascinantes. Parece que as almas dessas pessoas levaram algum tempo esperando, e então a oportunidade lhes surgiu; apareceram ventres disponíveis para elas. Quando acontece de haver ventres disponíveis, aparecem muitos ventres disponíveis de uma vez. É como o desabrochar de uma flor. Quando chega a temporada, encontramos uma flor que se abriu, depois vemos uma segunda flor, e logo uma terceira. As flores estavam apenas esperando para florescer. Chega a alvorada, e assim que o sol se levanta sobre o horizonte as flores se abre. As flores passaram a noite toda esperando, e quando o sol saiu, elas se abriram. Com as almas inferiores acontece exatamente o mesmo. Quando se desenvolve na Terra o ambiente adequado, elas nascem em cadeia. Por exemplo, em nossos tempos nasceram na mesma época pessoas como Hitler, Stalin e Mao. Estas pessoas tão horríveis devem ter esperado milhares de anos para nascer; não é muito fácil encontrar ventres para eles. Stalin matou, ele sozinho, mais de seis milhões de pessoas na União Soviética, e Hitler matou cerca de dez milhões de pessoas... O sono propriamente dito vem de maneira natural, enquanto que o sono induzido por meio de um esforço é a auto-hipnose... Você tem sono, mas o corpo se nega a dormir; você sente fome, mas o corpo não quer comer. Um corpo que deixa de obedecer é um corpo doente, e o corpo que obedece é um corpo saudável, porque o corpo nos segue como uma sombra. A dificuldade surge quando o corpo deixa de obedecer. O auto-hipnotismo significa simplesmente que o corpo tem que ser comandado, você terá que dar instruções ao corpo... Se a medicina não consegue curar você, saiba bem que sua doença não é curável através de medicamentos. A causa da doença se encontra em outro lugar; não tem nada a ver com medicamentos... A criança não deve captar a impressão de que sempre que ficar doente sua mãe o acariciará e lhe contará estórias. Pelo contrário, a mãe deve mimar o filho quando ele está feliz, para que o amor seja associado com alegria e felicidade. Associamos o amor com a desgraça, e isso é muito perigoso, porque isso significa que sempre que uma pessoa precisar de amor, ela chamará o sofrimento para conseguir ganhar amor. Mas o amor não pode ser encontrado através da desgraça. Lembre-se, a doença produz o sentimento de pena, não de amor, e ser objeto de pena é insultante, é muito degradante. O amor é uma coisa completamente diferente. Mas não temos consciência do amor... Chegar a um destino não é tão importante; o que é verdadeiramente importante é que o viajante se fortalece no caminho. Alcançar algo não é tão importante quanto a transformação daquele que atingiu... O amor é uma tentativa de reconstruir novamente, juntando os pedaços que estão separados, a nossa relação com o todo. Assim, um tipo de amor é aquele que tentamos reconstruir nossa relação perdida com o todo, acrescentando a ela os pedaços que foram separados. Isto é o que chamamos amor... As pessoas querem ter uma esposa, um marido, um filho, uma mãe, um irmão, um amigo, uma sociedade, uma organização, uma nação. Estes são esforços do ego; são tentativas de juntar novamente com o todo os pedaços que se separaram dele... A inquietação é um produto da atitude de não aceitação: inclusive da não aceitação da própria inquietação... Quando você concorda com algo que ninguém mais quer aceitar, descobre com grande surpresa que aquilo que você considera seu inimigo se tornou seu amigo. Se você convidar seu inimigo para ser seu hóspede, que outra coisa ele poderá fazer a não ser se tornar seu amigo?... Alimentamos os pensamentos do passado, os amarramos a nós mesmos. E então, um dia, você quer que eles o deixem de repente. Eles não vão deixá-lo em um só dia. Você terá que deixar de alimentá-los, terá que deixar de criá-los. Lembre-se, se você quer se livrar dos pensamentos, pare de dizer: 'Meus pensamentos'. Como você pode deixar alguma coisa que considera ser sua? Se você quiser se livrar dos pensamentos, deixe de se interessar por eles. Como será que eles irão embora se você não deixa de se interessar por eles? De outro modo, como eles virão a saber que você mudou, que já não está interessado neles?..."

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    Rajneesh Chandra Mohan Jain profile picture

    Rajneesh Chandra Mohan Jain

    Rajneesh Chandra Mohan Jain (रजनीश चन्द्र मोहन जैन) (Índia, 11 de Dezembro de 1931 - 19 de Janeiro de 1990) foi o fundador de um movimento filosófico-religioso, primeiro na sua terra natal e mais tarde nos Estados Unidos da América. Durante a década de 1970 foi conhecido pelo nome de Bhagwan Shree Rajneesh e mais tarde como Osho. Embora Rajneesh nunca tenha escrito nenhum livro, muitos foram publicados por transcrições de seus discursos e palestras, livros que até hoje fazem muito sucesso em muitos países, inclusive o Brasil, país que possui um pequeno mas muito ativo grupo de discípulos e simpatizantes, espalhados em muitos dos grandes centros e em algumas comunidades mais afastadas. Muitos desses discípulos exercem algum tipo de atividade terapêutica alternativa e divulgam suas principais meditações, como a chamada meditação dinâmica. Alguns técnicos dizem tratar-se de um exercício aeróbico que promove embriaguez por hiperventilação. Outros, com experiência pessoal nessa técnica, dizem que a hiperventilação não causa embriaguês, mas muita disposição física durante todo o dia; não é aconselhável deitar ou sentar-se após esta técnica, mas cuidar das atividades da vida. Seus discípulos (Sannyasins) o apresentam como um grande contestador e libertador. Seu ensinamento, sem dúvida, enfatizava bastante a busca de liberdade pessoal e apresentava uma atitude mordaz em relação à tradição e à autoridade estabelecida. Entretanto, isso não é apresentado como uma rebeldia sem causa, mas como um transbordamento possível, vindo da meditação. É uma figura extremamente polêmica. Em boa parte, porque ele próprio raramente procurava apaziguar ou evitar conflitos. Ele nunca foi um moralista, enfatizando sempre a consciência individual e a responsabilidade de cada um por si mesmo. As pessoas que o ouviam, gostavam muito do que ele contestava com consciência, mas não assimilavam. Membros do seu grupo foram acusados de, deliberadamente, causar uma intoxicação com salmonela na comunidade de Condado de Wasco (no Oregon), na seqüência de alegadas tentativas para obter vantagens nas eleições do condado. Os seus discípulos garantem que ele teria morrido por envenenamento de tálio radioativo, provocado na altura em que esteve preso, durante trinta dias, nos Estados Unidos, em 1985. Alguns órgãos da imprensa chegam a divulgar que Osho teria morrido de Aids. Nos EUA, respondeu por 35 acusações e foi condenado a dez anos de prisão com sursis. Foi expulso também da Grécia, foi rechaçado da Alemanha e da Espanha e só conseguiu entrar na Irlanda porque seu piloto alegou ter um doente a bordo. Sua secretária Sheela Birustiel-Silvermann (Ma Anad Sheela) foi extraditada da Alemanha, onde estava no cárcere em Bühl e foi condenada pelo tribunal federal de Portland (Oregon), em 1986, a quatro anos e meio de prisão por fraude e envenenamento alimentar.

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    Madhya Pradesh, Índia

    Rajneesh Chandra Mohan Jain