Este é um livro sem pretensão de brilho. Sua meta é dar apoio às mulheres de quarenta a sessenta anos, ou mais, dependendo da idade de espírito de cada mulher, pois não é a idade cronológica que conta, mas a idade mental de cada uma. Já desse alguém que a vida começa aso quarenta. A autora confirma essa frase nas páginas de seu livro, especialmente no que se refere à mulher. Sim, porque Jandira também se refere aos homens, embora num aspecto comparativo. Em “SEMPRE MULHER”, há toda uma preocupação em a mulher não se deixar abater pelas falsas concepções de que depois dos cinquenta anos de idade ela não é mais mulher. A autora procura mostrar como a mulher madura está muito mais preparada para das ao homem, não só o companheirismo, mas o amor em toda a sua extensão, pois é o amor, acima de tudo, compreensão e participação de vida. A mulher, na palavra de Jandira D´Ávila, tem seu medo de envelhecer ligado à perda de sua beleza física, à sua aparência de mulher jovem, sem se preocupar muito com sua faculdade de realização sexual, pois sabe que essa faculdade é permanente na sua vida. A mulher perde, isso sim, sua capacidade de procriar, porém permanece, pela vida afora, apta a gozar os prazeres do amor, desde que não se deixe envolver por tabus e preconceitos sociais. A mulher madura, segundo Jandira, é uma mulher plena de experiências com as quais prepara e determina um comportamento que pode dar ao homem segurança e prazer completo no ato do amor. Ler “Sempre Mulher” é observar valores femininos que todas as mulheres trazem, mas que às vezes estão esquecidos. http://www.skoob.com.br/autor/11622-jandira-dovila
