Combinando referências precisas, intuição e paixão, o historiador Lucien Febvre busca nas obras de Rabelais, Montaigne, Corneille, Bossuet, Stendhal, assim como em suas próprias convicções, aquilo que resulta ao mesmo tempo do sentimento da honra e do apego à pátria. Febvre procura desvincular dois termos abusivamente associados e confrontar dois sentimentos que na verdade não são contemporâneos.
