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    Sorria - Como a promoção incansável do pensamento positivo enfraqueceu a América

    Barbara Ehrenreich

    Record
    2013
    266 páginas
    8h 52m
    ISBN-13: 9788501084989
    Português Brasileiro
    4.4
    14 avaliações
    Leram21Lendo1Querem62Relendo1Abandonos1Resenhas1
    Favoritos2Desejados62Avaliaram14

    Nesta abordagem absolutamente original, Barbara Ehrenreich confronta as falsas promessas do pensamento positivo. A autora pesquisa as raízes dessa cultura no século XIX até chegar ao presente e à consagração do pensamento positivo como uma atitude cultural dominante, quase obrigatória, especialmente na comunidade empresarial, onde a recusa de até mesmo considerar a possibilidade de resultados negativos – como inadimplências nas hipotecas – contribuiu diretamente para o atual desastre econômico. Uma reportagem brilhante que expõe os aspectos negativos do pensamento positivo.

    Resenhas (1)Ver mais
    Allan Cordeiro picture
    Allan Cordeiro27/01/2022Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Sorria!

    "Muito mais frequentemente, é claro, as empresas têm mantido intocados os corpos de seus vendedores e buscando apenas controlar suas mentes." Quando Barbara Ehrenririch foi diagnosticada com câncer de mama, ela acabou descobrindo que também precisava lidar com outro. O do positivismo americano. Um Calvinismo do século XVIII disfarçado que acabou por se tornar a nova vertente de pensamento ocidental. Barbara critica a alienação e o otimismo superficial que molda as camadas atuais dos EUA e restante do ocidente como uma praga, e que, com a crise do downsizing, desemprego e crises econômicas consecutivas, acaba fomentando o cenário perfeito para uma era de coaches e gurus ficarem ricos em cima dos iludidos otimistas. Somos uma geração alienada pelo positivismo barato. Marginalizamos as pessoas que consideramos realistas ou pessimistas apenas para ouvir o que queremos ouvir. Enquanto isso, nos mantemos sempre distraídos, anestesiados e imersos em uma cultura de consumo, com os olhos fechados para as coisas importantes.

    8 curtidas

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    Avaliações

    4.4 / 14
    • 5 estrelas64%
    • 4 estrelas14%
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    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas0%
    Barbara Ehrenreich profile picture

    Barbara Ehrenreich

    Barbara Ehrenreich é uma proeminente escritora norte-americana. Além de como escritora, Barbara destaca-se também como colunista, feminista, socialista e ativista política. Ehrenreich nasceu Barbara Alexander, filha de Isabelle Oxley e Ben Alexander. O seu pai foi um mineiro de cobre que conseguiu estudade na Universidade Carengie Mellon e que acabou por se tornar executivo da Gillette. Ehrenreich estudou física no Reed College, terminando em 1963. Em 1986 doutorou-se em biologia celular na Universidade Rockefeller. Seguindo o seu interesse na mudança social, Ehrenreich optou pelo ativismo político em vez de seguir uma carreira cientifica. Conheceu o seu primeiro marido, John Ehrenreich, durante uma campanha anti-guerra em Nova Iorque. Em 1970 nasceu a sua primeira filha, Rosa. O seu segundo filho, Benjamin, nasceu em 1972. Barbara divorciou-se em 1963 casou com Gary Stevenson, um empregado de armazém que se tornou num líder sindical. Divorciou-se deste no início dos anos 90. De 1991 a 1997, Ehrenreich foi uma colunista regular da revista TIME. Actualmente conteibui reguarmente para o The Progressive. Ehrenreich escreveu também para o New York Times, o Mother Jones, o Atlantic Monthly, Ms, New Republic, Z Magazine, In These Times, Salon.com e outras publicações. Em 1998 e 2000 ensinou escrita de ensaios na escola de jornalismo da Universidade da California em Berkeley. Em 2004, Ehrenreich escreveu durante um mês uma coluna como convidada no New York Times enquanto o colunista regular, Thomas Friedman, estava de licença e foi convidada a ficar como colunista. Recusou, dizendo que preferia ocupar o seu tempo em atividades de longo prazo, tal como a escrita de livros. Foi-lhe diagnosticado câncer da mama pouco depois do lançamento do seu livro Salário de Pobreza: Como (não) sobreviver na América. No seu artigo "Bem-vindo à terra do câncer", publicado na edição de Novembro da Harper's Magazine, descreve a sua experiência com a doença e debate os problemas da indústria médica com a questão do câncer da mama. Em 2006, Ehrenreich fundou a United Professional, uma organização em cujo website se descreve como "uma organização sem fins lucrativos e sem afiliações de membros de trabalhadores dos serviços, não importa a profissão ou a situação profissional. Dirigimo-nos a todos os trabalhadores desempregados, sub-empregados e ansiosamente empregados - pessoas que acreditaram que o sonho americano de que educação e esforço podem levar a uma vida segura de classe média, mas que encontram as suas vidas descoordenadas por razões fora do seu controlo." Atualmente, Ehrenreich é uma líder honorária dos Socialistas Democráticos da América. Faz também parte dos quadros diretores da NORML.

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    Barbara Ehrenreich