Manuscrito Encontrado em Accra -

    Paulo Coelho

    Pergaminho
    2013
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-13: 9789896871093
    Português Brasileiro

    14 de julho de 1099. Enquanto Jerusalém se prepara para a invasão dos cruzados, um grego conhecido como «O Copta» convoca uma reunião com os jovens e velhos, homens e mulheres da cidade. A multidão, formada por cristãos, judeus e muçulmanos, chega à praça do palácio de Herodes pronta para ouvir um discurso inflamatório sobre como se preparar para o combate, mas não é isso que o Copta tem a dizer. Tudo indica que a derrota é iminente, e que o mundo, tal como o conhecem, está prestes a chegar a um fim. Mas o grego apenas quer instigar as pessoas a buscarem a sabedoria existente na sua vida quotidiana, forjada a partir dos desafios e dificuldades que têm de enfrentar. O verdadeiro conhecimento, acredita, está nos amores vividos, nas perdas sofridas, nos momentos de crise e de glória e na convivência diária com a inevitabilidade da morte. Na tradição de clássicos intemporais como O Profeta, de Khalil Gibran, Manuscrito encontrado em Accra, de Paulo Coelho, é um convite à reflexão sobre os nossos princípios e a nossa humanidade.

    Resenhas (102)Ver mais
    Ryan C. picture
    Ryan C.23/05/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Marcante!

    Este livro foi uma grata surpresa, nunca tinha lido algo do autor e esta obra é surpreendente, ao tempo que mistura filosofias sobre a vida e seus acontecimentos, soando algumas vezes como um auto-ajuda peculiar e poético. Uma cidade prestes a ser destruída por uma invasão e varias perguntas a um sábio que responde cada um com uma grandiosa reflexão sobre os assuntos apresentados. Um livro para fazer diversas marcações e reeler ao longo da vida, das muitas frases, vou deixar aqui a última mais marcante para mim: A Mais destruidora das armas não é a lança ou o canhão - que podem ferir o corpo e destruir a muralha. A mais terrível de todas as armas é a palavra - que arruina uma vida sem deixar vestígios de sangue, e cujas feridas jamais cicatrizam. (Sejamos portanto, senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossa palavras).

    30 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 1685
    • 5 estrelas44%
    • 4 estrelas23%
    • 3 estrelas21%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas4%