Fazer o Bem Faz Bem -

    Maria Helena Gouveia

    Editora Gente
    2001
    188 páginas
    6h 16m
    ISBN-10: 8573123249
    Português Brasileiro

    Este livro é sobre o amor. Um amor sublime, que vai além do que a racionalidade pode explicar. Um amor que nada cobra, nada exige, nada quer em troca. Um amor que apenas dá, apenas oferece. Fazer o bem faz bem é mais do que um livro, é uma lição de vida, ou melhor, lições de muitas vidas imbuídas com a plenitude que significa ser um voluntário. Maria Helena Gouveia reuniu nesta obra única e comovente histórias exemplares e reais de pessoas que dedicam suas vidas para ajudar os outros, narradas de forma emocionante e envolvente. Afora tantas injustiças sociais que ocorrem em nosso país, este livro nos mostra um Brasil solidário, feito por pessoas que trabalham para que seus semelhantes tenham uma vida digna, com saúde, alegria e, acima de tudo, muito amor.

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    Luciana Furuzawa19/12/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    "Fazer o bem faz bem" - Maria Helena Gouveia

    O livro "Fazer o bem faz bem", de Maria Helena Gouveia, apresenta a história de um grupo de pessoas, que com muito amor, sem esperar nada em troca, dedicaram tempo de sua vida para acarinhar outras vidas. Trabalhos que da boa vontade de querer ajudar os outros foram fortalecidos por outras boas vontades, resultando no que chamamos de entidades sociais. Aonde o primeiro setor, que são as organizações governamentais, ou seja, o Estado e o segundo setor, que é o privado, não regem diretamente no que chamamos de terceiro setor. Esse voltado para o exercício de cidadania, dando assistência aos carentes e sem fins lucrativos. Um setor que sobrevive de pessoas cheias de ideias, aonde a comoção desperta um grande sentimento nas pessoas, que voluntariamente se dão ao projeto, sem esperar retribuição de outrem, porque o maior ganho de tudo isso é a sensação de dever cumprido. Se pensarmos bem, não é bem um dever cumprido, mas sim um sentimento de satisfação pelo resultado obtido. O termo dever implicaria em obrigação e isso não caberia a entrega dessas pessoas nesses projetos. Pessoas que da experiência própria de vida, a usaram para dar forças às outras que passam ou passaram pela mesma situação. Como é o caso de Victor Siaulys, que de uma experiência real com a sua filha, uma deficiente visual, se interessou e foi além dos assuntos que se tratava de deficiência visual e fundou a Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual - Laramara. Pessoas que de um coração solidário viu esperança aonde não tinha. Como é o caso de Liana Muller Borges, fundando a Associação Criança Brasil, em 1990, iniciando o seu trabalho com as crianças da favela, abrindo uma creche para que as mães fossem trabalhar. Acreditando naquelas crianças. Com a ideia de que elas são o começo de tudo. Ela visou em seu projeto a colocação daquelas crianças em um lugar na sociedade, não visando apenas o emprego, mas sim a formação enquanto o cidadão. Da mesma forma solidária fez Wellington Nogueira, que poderia ser um astro da Broadway e preferiu focar o seu exercício da profissão no projeto "Doutores da Alegria". Um projeto que leva a alegria e a felicidade para aquelas pessoas que de alguma forma procuram a esperança de vida em cima de uma cama de hospital. Assim como Wellington e outras entidades como AACD, Casa HOPE, Promove, entre outras, também estão aí plantando as sementinhas. Assim, conscientizando e trazendo uma melhora na sociedade, que nos últmos tempos vem sendo intitulada como egoísta e individualista. Sementinhas que contradiz aquela frase formada de que "o mundo não tem mais jeito", talvez não consiga mudar de uma hora para a outra, mas sim pouco a pouco.

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