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    La Fille Manquée -

    Han Ryner

    GayKitschCamp
    1903
    284 páginas
    9h 28m
    ISBN-13: 9782908050844
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    Han Ryner (1861-1938) s'inscrit dans la mouvance individualiste et anarchiste. Il n'a cessé de se battre pour la défense des libertés, et en particulier pour toutes les formes d'amour et de sexualité. En 1903, Sa Fille manquée adopte une vision originale et lyrique des amitiés particulières dans le cadre d'un collège bien précis de Forcalquier, Saint-Louis de Gonzague où il a lui- même passé deux années de 1877 à 1879. Cette Fille manquée est si étonnante (et si crue) que la critique contemporaine la plus ouverte n'hésitera pas à la pourfendre. Cela n'empêchera pas Han Ryner d'être élu prince des conteurs en 1912. Extrait : Je ne sais quelle part de responsabilité doit remonter à cha­cune de ces causes. Mais l’Institution Saint Louis de Gon­­­za­gue était un asile de caresses viriles, un cloaque de joies ignobles. Partout, derrière les vastes platanes des cours immenses ; en étude, à l’abri des pupitres relevés ; dans toutes sortes de coins perdus, des baisers s’échangeaient tout le jour. Le soir, le dortoir vivait d’une infâme vie chuchoteu­se et tâtonnante.

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    Jacques Élie Henri Ambroise Ner, Henri Ner profile picture

    Jacques Élie Henri Ambroise Ner, Henri Ner

    Han Ryner, pseudônimo de Henri Ner (1861-1938), publicou mais de cinquenta obras entre 1880 e 1938: ensaios, contos, romances, teatro e poesia. Versátil e multifacetado, participou do círculo literário de Alphonse Daudet e se aproximou ativamente dos meios anarquistas, tomando a defesa de Sacco e Venzetti no caso judiciário que os condenaria à morte. Antimilitarista e antipatriota, foi processado em razão do panfleto virulento que escreveu com outros militantes. Por causa de seu entusiasmo pela filosofia grega, ganhou os apelidos de “Sócrates contemporâneo” e de “Príncipe dos narradores”, um tanto limitantes se considerarmos o caráter universal de sua verdadeira natureza. Polemista, Ryner tinha tendência à ironia e ao humor ácido, ao estranho e ao fantástico. No entanto, sua natureza pacifista preconizava um individualismo não egoísta: para ele, esse individualismo nada mais é do que a liberdade interior, condição para a liberdade humana coletiva. “A menina que não fui” (1903) é apenas uma das muitas facetas desse autor que se aventurou nos mais diversos universos literários, abordando temas como a energia universal, o espaço e os alienígenas. Foi considerado um dos precursores da ficção científica graças a seu mais famoso romance “O Homem-formiga”, que a Ercolano trará em breve, em tradução inédita, ao público brasileiro.

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