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    O gato que falava com fantasmas (O Gato Que... #10) -

    Lilian Jackson Braun

    Marco Zero
    1995
    230 páginas
    7h 40m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.3
    33 avaliações
    Leram47Lendo6Querem21Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos2Desejados21Avaliaram33

    Quando a senhora Cobb começou a escutar barulhos sobrenaturais, telefonou para Jim Qwilleran pedindo socorro. Mas ele chegou tarde demais. Ela havia sido ao que parece assustada até a morte. Mas por quem? Ou pelo quê? É o que Qwilleran e seus gatos terão que descobrir no cenário assombrado de uma antiga casa de fazenda.

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    Xandy Xandy picture
    Xandy Xandy20/12/2017Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Um corpo de uma velha senhora, um jornalista bancando o detetive e dois gatos siameses!!!

    Trago-vos, desta vez, a resenha de O Gato que Falava com Fantasmas, de autoria de Lilian Jackson Braun. Certa noite, Qwill (Jim Qwilleran) – um jornalista cinquentão e muito rico, metido a detetive – estava na companhia de Yum Yum e de Koko, seus dois gatos siameses, em seu modesto apartamento na cidade de Pickax, Nova Jersey. Ele aproveitava o tempo vago para ouvir uma fita cassete com a gravação de Otelo, de Verdi, que sua “quase namorada” Polly Duncan trouxera diretamente de Londres, quando recebeu um telefonema da Sra. Iris Cobb, dizendo estar com muito medo de ficar em casa, pois estava ouvindo terríveis sons e estalos oriundos das paredes de sua casa; ela acreditava tratarem-se de fantasmas. Ele logo prontificou-se a ir até a residência da bondosa senhora e ver o que estava acontecendo, pois a mesma, num passado não tão distante, já fora sua senhoria e governanta, e agora vivia solitária em uma casa, ao lado do Museu da Casa da Fazenda, Goodwinter, do qual ela era curadora. Ao chegar na casa da Sra. Cobb, ele estranhou o fato de todas as luzes estarem apagadas; ele então bateu na porta e chamou pela Sra. Cobb, sem obter qualquer resposta. Qwill entrou com sua chave-reserva e encontrou a pobre mulher caída na cozinha, já sem qualquer traço de vida. O legista afirmou que Íris Cobb morrera de um ataque cardíaco fulminante, algo que Qwill não podia concordar jamais, pois ele a encontrara com os olhos abertos e uma fisionomia de verdadeiro pavor estampada em seu engelhado rosto. Qwill e seus dois gatos mudam-se para o museu ao lado da propriedade, para investigar mais a fundo a morte de Íris Cobb. Remexendo em um velho baú, ele acabou encontrando a correspondência da Sra. Cobb e descobriu que ela já estava se queixando dos barulhos e batidas no porão há algum tempo com seu filho, e que seu médico suspendera a maioria dos seus medicamentos, porque ela também reclamara com ele sobre os sons infernais. Será que a pobre mulher estava apresentando sinais de senilidade? Ou algo de muito mais malévolo e sobrenatural vinha aterrorizando há tempos a doce velhinha… algo relacionado a Ephrain Goodwinter, antigo proprietário do terreno, encontrado enforcado em uma árvore, sob circunstâncias suspeitas? O resto, só lendo muito! Para deleite de todos os fãs do gênero policial: a trama é muito bem construída e, conforme a leitura vai avançando, o clima de tensão só vai crescendo; a resposta de todo mistério é revelado apenas nas últimas páginas! A autora americana Lilian Jackson Braun (1913-2011) escreveu seu primeiro livro “O Gato Que…” em 1960, conquistando logo de cara milhões de fãs. Ela então sumiu por 18 anos – tal qual Agatha Christie -, para retornar com “The cat who saw red” e obter ainda mais fama e reconhecimento. O Gato que Falava com Fantasmas é a décima aventura de Koko e Yum Yum. Confesso a vocês que, apesar ter achado bem original dois gatos siameses atuando diretamente como protagonistas de uma história, não consegui digerir tão bem a ideia de um jornalista solteirão, de meia-idade, bancando o detetive nas horas vagas. Apenas por este motivo, vou atribuir 3/5 estrelas. Espero que vocês realmente tenham gostado. Um xandylhão de beijos no coração de cada um de vocês! Alex André (Xandy Xandy)

    2 curtidas

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    Avaliações

    3.3 / 33
    • 5 estrelas12%
    • 4 estrelas21%
    • 3 estrelas45%
    • 2 estrelas21%
    • 1 estrelas0%
    Lilian Jackson Braun profile picture

    Lilian Jackson Braun

    Lilian Jackson nasceu em Willimansett, Chicopee, Massachusetts, filha de Charles Jackson e Clara Ward Jackson, ela começou sua carreira de escritora ainda adolescente, escrevendo sobre esportes para o Detroit News. Ela passou a escrever textos publicitários para muitas lojas de departamentos de Detroit. Para o Detroit Free Press que ela trabalhou como o "Boa Vida" editora durante 30 anos, aposentando-se de que a pós em 1978. Entre 1966 e 1968, ela publicou três romances e aclamado pela crítica: O gato que podia ler para trás, o gato que comeu dinamarquesa moderna e do Gato que ligado e desligado. Em 1966, o New York Times marcado Braun, "o detetive do novo ano." A escritora de mistério subindo depois desapareceu da cena editorial há 18 anos. Em 1986, o Grupo Berkley Publishing reintroduzido seu trabalho para uma nova geração de fãs com a publicação de uma brochura original, O Gato que viu vermelho. Dentro de dois anos, Berkley lançou quatro novos romances em brochura e reimpresso seu três primeiros dos anos sessenta. Série Braun novamente subiu ao topo das listas de mais vendidos. O romance vigésimo nono em sua série, O gato que tinha 60 Bigodes foi lançado em capa dura pela Penguin Group em janeiro de 2007. Como muitos escritores de sua geração, Braun era um technophobe admitiu, ela escreveu todos os seus livros na mão longa e, em seguida, digitou-los sozinha. Pouco se sabia sobre Braun, que era de proteção de sua vida privada. Publishers deu um longo ano incorreta para a sua data de nascimento, o que permaneceu desconhecido até que ela finalmente deu sua verdadeira idade durante uma entrevista de 2005 com o Detroit News. Ela foi precedido na morte de seu primeiro marido, Louis Paul Braun, uma irmã, Florence Jackson, e um irmão, Lloyd Jackson. Ela residia em Tryon, na Carolina do Norte, com o marido (segundo) de 32 anos, Earl Bettinger , e seus dois gatos. Cada um de seus livros é dedicado a "Earl Bettinger o marido que ..." Braun morreu na Casa hospício do Foothills Carolina, em Landrum, Carolina do Sul de uma infecção pulmonar.

    8 Livros
    7 Seguidores
    Massachusetts, Estados Unidos da América

    Lilian Jackson Braun