Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores14
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A Fable -

    William Faulkner

    Vintage
    2011
    512 páginas
    17h 4m
    ISBN-10: 0307946770
    4.3
    2 avaliações
    Leram4Lendo0Querem10Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados10Avaliaram2

    This novel won both the Pulitzer Prize and the National Book Award in 1955. An allegorical story of World War I, set in the trenches in France and dealing ostensibly with a mutiny in a French regiment, it was originally considered a sharp departure for Faulkner. Recently it has come to be recognized as one of his major works and an essential part of the Faulkner oeuvre. Faulkner himself fought in the war, and his descriptions of it "rise to magnificence," according to The New York Times, and include, in Malcolm Cowley's words, "some of the most powerful scenes he ever conceived."

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Marcos Augusto picture
    Marcos Augusto20/11/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Muito diferente da literatura a qual Faulkner é associado hoje em dia, o romance não se situa no Sul dos Estados Unidos, ou fala sobre racismo. Ambientado durante a Primeira Guerra Mundial, o enredo segue a repentina eclosão da paz ao longo da frente ocidental. Os personagens são em grande parte análogos à história bíblica da crucificação de Jesus Cristo. O romance ganhou vários prêmios no lançamento, incluindo o Pulitzer de 1955. França, maio de 1918. Na frente ocidental da guerra, as forças francesas, americanas e britânicas enfrentam os alemães através da “terra de ninguém”. A guerra dura há quatro anos e milhões de pessoas estão mortas. O campo francês foi destruído. Numa manhã de segunda-feira, o General Gragnon planeja um ataque. Quando ele ordena que seus homens saiam das trincheiras e avancem em direção à trincheira alemã, porém, os homens simplesmente recusam. Como tal, 3.000 homens instituem coletivamente um armistício não planeado. As forças francesas, britânicas e americanas esperam que o exército alemão tire vantagem desta súbita cessação das hostilidades. No entanto, os soldados alemães também se recusaram a atacar. Ao meio-dia, todo o trecho da linha de frente para de lutar. Gragnon fica furioso e exige que seus superiores o autorizem a executar cada um dos 3.000 soldados amotinados. Não só isso, mas ele também acredita que deveria ser preso e destituído do comando por permitir que tal colapso acontecesse. Até quarta-feira, os oficiais ficam sabendo que um pequeno regimento de 13 homens é responsável por orquestrar a paz improvisada. Os 13 homens incluem quatro homens que não falam francês. Eles são liderados por um cabo que, fica implícito, é uma reencarnação de Jesus Cristo. Os 13 homens são colocados em um caminhão e levados para a cidade vizinha de Chaulnesmont. Multidões se aglomeram nas ruas para assistir à chegada dos homens. A maioria das pessoas na multidão é parente de alguém que lutou (e provavelmente morreu) na guerra. Muitos dos habitantes da cidade são parentes dos 3.000 que pararam de lutar. Quando as tropas amotinadas são levadas para um campo de prisioneiros construído às pressas fora da cidade, a multidão as segue. O romance segue com a força de uma parábola. Densamente escrito e complexamente estruturado, exige atenção como a obra em que Faulkner fez, de longe, seu maior investimento de tempo, esforço e compromisso autoral.

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 2
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas100%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    William Faulkner profile picture

    William Faulkner

    Sem diploma do secundário (ensino médio), o prêmio Nobel de Literatura em 1949, e prêmio Pullitzer em 1955 e 1963 (póstumo), William Falkner viveu em sua pequena cidade no Estado mais pobre dos Estados Unidos, o Mississipi. Só viajava para Hollywood para arranjar trabalho como roteirista. Indo e vindo, entre 1932 e 1955, trabalhou para os estúdios Metro, Fox e Warner. Como escreveu o crítico brasileiro Sérgio Augusto: "Só aderiu ao cinema porque precisava de dinheiro. Tinha 35 anos e acabara de escrever 'Luz em Agosto'. A venda de seus livros mal dava para pagar a conta da luz. Seus primeiros quatro livros não venderam mais de 2 mil exemplares cada. Seu primeiro (e único) best seller, 'The Wild Palms', é de 1939". Por volta de 1958, a Fox tentou trazê-lo de volta. Na época, Faulkner, que já não estava mais tão necessitado de dinheiro, recusou o convite. Após publicar "O Fauno de Mármore" (1924, poemas), Faulkner foi a Nova Orleans para conhecer o círculo literário em torno da revista literária "The Double Dealer", que publicava Hart Crane, Ernest Hemingway, Robert Penn Warren e Edmund Wilson. Além dos contos para a revista, Faulkner fez seu primeiro romance "Paga de Soldado". Tímido, ele preferia a companhia de seus amigos caçadores e dos vizinhos de seu sítio a outros escritores e intelectuais. Seus primeiros livros traziam características da literatura do fim do século 19. "O Povoado", o primeiro romance da "Trilogia Snopes", é um retrato irônico das grandes depressões que antecederam a Guerra Civil norte-americana. Em "Os Invictos", publicado no ano de sua morte, o escritor constrói um conflito de éticas e mentalidades entre o velho Sul e a nova realidade americana após a Guerra Civil. Faulkner entrou numa nova fase, quando encontrou seu estilo nas obras "O Som e a Fúria", "Enquanto agonizo", "Santuário", "Luz de agosto", "Dr. Martino e Outros Contos", "Pilão", "Absalão! Absalão!" e "Palmeiras Selvagens". A violência destes livros está em primeiro plano e, às vezes, os personagens têm uma meia vitória aqui e ali. Em "Enquanto agonizo", Faulkner costura dezenas de monólogos de 15 pessoas para mostrar o perfil psicológico de uma família que conduz o corpo da matriarca ao cemitério. A partir de "O lugarejo", o destino dos personagens de Faulkner não é mais tão trágico. Ao menos surge alguma esperança para a condição humana como uma promessa de liberação. Em "Desça Moisés", sobre a luta do personagem Ike McCaslin contra a devastação da mata, Faulkner denuncia injustiças. Além de viagens necessárias à sua carreira, Faulkner continuou enfurnado no Mississipi até se tornar escritor residente da Universidade de Virgínia. O contato com os estudantes está registrado no livro "Faulkner na Universidade".

    147 Livros
    346 Seguidores

    William Faulkner