Dando continuidade ao meu projeto pessoal de leitura dos livros de Tintim, chegamos ao sétimo álbum publicado. Originalmente, ele foi publicado no jornal Le Petit Vingtième entre Abril de 1937 e Junho de 1938. Foi publicado no formato de álbum em 1938 e colorido em 1943.
A versão que conhecemos não é a original, porque em 1965 Hergé redesenhou o álbum atualizando a representação da Grã Bretanha que os fãs ingleses consideravam ultrapassada. Segundo a Wikipédia, esse é o único álbum que tem 3 versões diferentes.
Chegando ao sétimo álbum, sei lá, eu esperava gostar mais das histórias, pois me lembro de assistir o desenho na Tv Cultura na adolescência e adorar. Mas hoje, já perto dos 30 anos, eu leio os álbuns e realmente me lembram a animação (a animação em geral é bem fiel aos quadrinhos), mas não sinto a mesma empolgação de antes. Não sei se é pela irrealidade da história, onde Tintim passa por muitas situações impossíveis e sai de todas ileso, ou se é porquê já não tem mais essa magia pra mim que talvez tenha pra uma criança, que aceita a história sem pensar se é realista ou não. Ou vai ver até ando mais chata do que o normal e por isso não têm me prendido tanto hauhauhsauh. Não sei dizer. A história não é ruim, só não me prendeu. Além disso, os detetives Dupond e Dupont me irritam pra caramba. Eles são amigos do Tintim, conhecem ele, mas basta uma pequena suspeita forjada sobre ele e eles já passam a tratá-lo como criminoso, não dá pra entender, nem sequer dão a ele o benefício da dúvida. Isso me irritou pra caramba nessa história.
Enfim, não é ruim, mas também não me empolgou. Mesmo assim vou seguir em frente no projeto e espero que os próximos sejam melhores.