Mascaradas por terminologias como "cultura militante", no caso do movimento operário brasileiro do início do século 20, estão tentativas de desqualificar a participação de segmentos como o do anarquismo no interior do sindicalismo organizador. Categorias acadêmicas, ainda hoje, são cuidadosamente enunciadas para, com sutileza, e uma certa condescendência, reservar para correntes históricas importantes, a condição de uma pálida lembrança.