Nota: Se fica melindrado com linguagem chula, não leia.
Resumindo:
-Sinopse: Esperava um Stephen Amell, mas recebi um Justin Bieber. Por uma dessas que Deus perdoa se eu desejar que o indivíduo responsável por essa sinopse tenha uma caganeira de três dias.
-Mocinha: também conhecida como pano de chão. Tapete. Sonsa. E posso dizer que já senti sua escassez de personalidade logo no prólogo, quando a tapada ficou repetindo o que o mocinho falava como uma espécie de eco do caralho.
Tipo:
'Vejo um balanço l' ---- 'Eu também';
'Temos uma casa. Você e eu.' ---- 'Você e eu';
'Sabe o que isso significa?' ---- 'O que isso significa?'
'Eu te amo'. ---- 'Eu também'.
'Nada vai ficar entre nós' ---- 'Nada.'
...
Que isso? Um papagaio do inferno?
Se ele falasse que ia fazer cocô, ela também ia?
Fora o fato de que bastou o sujeito jogar um papinho, fazer cara de coitado e lá estava ela, arregalando pro cara, esquecendo todo o sofrimento e blábláblá. Se o sujeito fodeu tanto com a relação no passado, custava preservar o amor próprio?
-Mocinho: é outro cuja personalidade foi pro saco. Tô esperando até agora a justificativa para as merdas que ele fez com a família, amigos e o escambau.
E o cara simplesmente sapecou a mocinha, sem se importar com sua noiva. Independentemente da mulher ser uma cadela, pegar outra sendo comprometido só prova que ele é um bosta.
A cerejona do bolo? Quando o cara recuperou a memória, ao invés de terminar com a atual, pediu um tempo e deixou a criatura prosseguir com os preparativos do casamento pra, então, acabar tudo em cima da hora.
É doido, porra?
E juro que comecei a torcer pra noiva. Sério. A mulher saiu como a vilã da história, mas discordo. Alguém a viu colocando uma arma na cabeça do mocinho ou o chantageando ou o caralho que for pra ele se tornar um pau mandado? O bosta fez tudo sozinho.
Um booooooooooooooooosta!!!
-A história: que morra seca e arreganhada.
-A leitora: cabra macho por ler essa sucessão de equívocos até o fim.
Recomendo?
Tanto quanto uma cólica renal.
;)