Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores48
    • Similares12
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Hey, Wait... -

    Jason

    Fantagraphics
    2008
    64 páginas
    2h 8m
    ISBN-14: 9781560974635_
    4.2
    27 avaliações
    Leram35Lendo1Querem12Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos6Desejados12Avaliaram27

    This superbly evocative graphic novella by the award-winning Norwegian cartoonist Jason (his first appearance in the English language) starts off as a melancholy childhood memoir and then, with a shocking twist midway through, becomes the summary of lives lived, wasted, and lost. (Imagine a version of Stand by Me in which not all of the kids outrace the train.) Like Art Spiegelman did with Maus, Jason utilizes anthropomorphic stylizations to reach deeper, more general truths, and to create elegantly minimalist panels whose emotional depth charge comes as an even greater shock. His sparse dialogue, dark wit, and supremely bold use of "jump-cuts" from one scene to the next (sometimes spanning a number of years) make Hey, Wait... a surprising and engaging debut. Love and Rockets co-creator Gilbert Hernandez calls this one of the best graphic novels ever. "I was just as excited and devastated as the first time I read the poems of Emily Dickinson and Walt Whitman. Jason's work is poetry. Beautiful and frightening. Redemptive and hopeless. He is the Kafka and Keats of the comic world." – Sherman Alexie 2002 Harvey Award Winner, Best New Talent (site Fantagraphics)

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (12)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Nayara Yoshie Sano picture
    Nayara Yoshie Sano24/04/2014Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A diferença do Bonito e do Belo

    Quando eu cursava meu ensino médio, tive um professor de Artes muito bom, que uma vez disse algo assim: "Bonito é totalmente diferente de belo. O bonito é algo que agrada aos olhos, mas o belo é aquilo que te passa sentimento, aquilo que mexe com você." Isso é uma coisa fácil de se ver em transmissões gráficas, como pinturas, filmes e... HQs. "Nem sempre o que é belo, é bonito. Pode haver pinturas que não gostamos de olhar, que nos passam um sentimento ruim, de incômodo. Mas isso é algo belo, te passou um sentimento." Não que essa HQ tenha me provocado sentimentos ruins como asco e desespero. Mas acho difícil encontrar algo que tenha me sensibilizado tanto. Fiquei horas digerindo tudo, e um comentário que eu vi no goodreads conseguiu expressar quase todo meu sentimento: 'É errado não querer recomendá-lo só porque ele é muito triste? Eu realmente amei a expressão que ele passa com simples traços, mas eu meio que nunca mais quero olhar para ele novamente.' - by Matt Esse mesmo sentimento dúbio me veio na hora. Ao mesmo tempo que você quer mostrar para as pessoas na hora, você não quer que elas fiquem como você. Acho que Janson, de alguma forma, revolucionou a forma de surpreender pessoas. Ele vai te conquistando aos poucos, com personagens de traços carismáticos, que fazem os desavisados pensarem que isso vai ser uma comédia simples e bonitinha. Sinceramente, eu só me lembro de ter ficado desse jeito depois de ver o túmulo dos vagalumes (Hotaru no Haka, por Isao Takahaka)[quem assistiu sabe do que estou falando... Sentiram a tensão!?). É aquela sensação de cair no vazio e ver como a vida é frágil. Eu sei que muitas pessoas vão ler e achar nada de mais, mas assim é a opinião das pessoas, não se pode agradar a todos. Mas não dá para duvidar que é uma BELA HQ. PS: Eu marquei essa resenha como spoiler não só porque eu conto alguma parte importante da história, mas porque eu explico o feeling dela e, neste caso, acho que é um dos piores spoilers.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    4.2 / 27
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas37%
    • 3 estrelas30%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    John Arne Sæterøy  profile picture

    John Arne Sæterøy

    Jason nasceu em Molde e teve seu trabalho publicado pela primeira vez em 1981 na revista de quadrinhos norueguês KonK, ao qual ele contribuiu com várias histórias curtas durante sua vida útil. Em 1989, foi admitido na Academia Nacional das Artes da Noruega, onde estudou design gráfico e ilustração. Ele ganhou o prêmio Norwegian Comics Association em 1991 pelo pequeno trabalho pervo. Em 1995, Jason publicou sua primeira novela gráfica, Lomma full av regn (Pocket Full of Rain), pela qual ganhou o Sproing Award. Em 1997, ele começou a fazer Mjau Mjau, um quadrinhos semi-regular com nada além de seus próprios trabalhos. Em 2001, ele recebeu mais uma vez Sproing, desta vez para Mjau Mjau 10. Desde 2002, Jason se concentrou em fazer romances gráficos. Jason viveu na Dinamarca, na Bélgica, nos EUA e na França. Desde 2007, Jason vive em Montpellier e suas recentes novelas gráficas foram inicialmente publicadas em francês. À medida que a exposição de Jason aumentou, seus quadrinhos foram publicados fora da Noruega, na Suécia, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Itália, Holanda, Polônia, Rússia, Eslováquia, Espanha, Suíça e os EUA. Sua editora americana é Fantagraphics.

    23 Livros
    8 Seguidores

    John Arne Sæterøy