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    Let's All Kill Constance - Crumley Mysteries 3

    Ray Bradbury

    Avon
    2006
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9780060561789
    3
    3 avaliações
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    On a dismal evening in the previous century, an unnamed writer in Venice, California, answers a furious pounding at his beachfront bungalow door and again admits Constance Rattigan into his life. An aging, once-glamorous Hollywood star, Constance is running in fear from something she dares not acknowledge -- and vanishes as suddenly as she appeared, leaving the narrator two macabre books: twin listings of the Tinseltown dead and soon to be dead, with Constance's name included among them. And so begins an odyssey as dark as it is wondrous, as the writer sets off in a broken-down jalopy with his irascible sidekick Crumley to sift through the ashes of a bygone Hollywood -- a graveyard of ghosts and secrets where each twisted road leads to grim shrines and shattered dreams ... and, all too often, to death

    Resenhas (1)Ver mais
    Samantha Borba Corrêa picture
    Samantha Borba Corrêa24/10/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    📖 “Let’s All Kill Constance”, de Ray Bradbury

    Um suspense envolto em névoa, mistério e nostalgia. Escrito pelo mesmo autor de Fahrenheit 451, esse livro me surpreendeu pela atmosfera quase cinematográfica, onde o tempo e a memória se confundem. Li entre os meses de setembro e outubro, e confesso que demorei mais do que imaginei — não porque fosse difícil, mas porque Bradbury exige que você entre no ritmo dele: o da noite chuvosa, das casas antigas à beira-mar, dos segredos que o tempo não consegue enterrar. O protagonista, um escritor sem nome, está hospedado na casa de praia de Constance Rattigan, uma atriz da era de ouro de Hollywood. Até que, em meio a uma tempestade, ela aparece completamente alterada, trazendo dois cadernos misteriosos — neles, uma lista de pessoas que já morreram… e outras que ainda estão vivas, incluindo o próprio nome de Constance. Assustado, o escritor decide ajudá-la a entender se aquilo é apenas uma piada cruel ou uma ameaça real. Mas, naquela mesma noite, Constance desaparece, e ele, junto do amigo Crumley, embarca numa busca por respostas que os leva a revisitar o passado, os fantasmas da fama e o brilho gasto de Hollywood. Com 142 páginas, publicado pela editora Avon Fiction em 2004, Let’s All Kill Constance mistura o clima de um filme noir com a poesia melancólica característica de Bradbury. Li em inglês e gostei bastante da experiência — o autor escreve de um jeito que transforma cada diálogo em uma lembrança, e cada cenário, em um eco do que já foi. 📚 Vale a pena ler? Sim, especialmente se você gosta de histórias de mistério com um toque de lirismo e decadência. Não é um suspense de ação, mas um mergulho psicológico sobre o tempo, o medo da morte e o peso de quem viveu demais para se lembrar de tudo. É uma daquelas leituras que te deixam em dúvida se está diante de um crime… ou apenas de um fantasma do passado.

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    Ray Douglas Bradbury profile picture

    Ray Douglas Bradbury

    Ray Douglas Bradbury (Waukegan, 22 de agosto de 1920) é um escritor de contos de ficção-científica norte-americano de ascendência sueca. Foi o terceiro filho de Leonard e Esther Bradbury, por causa do trabalho de seu pai (Técnico em instalação de linhas telefônicas), viajou por muitas cidades dos EUA, até que em 1934 sua família fixou residência em Los Angeles, Califórnia. Alguns pseudônimos usados por Ray Bradbury: Doug Rogers, Ron Reynolds, Guy Amory, Omega, Anthony Corvais, E. Cunningham, Brian Eldred, Cecil Cunningham, D. Lerium Tremaine, Edward Banks, D.R.Banet, Willian Elliot, Brett Sterling, Leonard Spaulding, Leonard Douglas, Douglas Spaulding.

    233 Livros
    686 Seguidores

    Ray Douglas Bradbury