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    O Príncipe (A obra prima de cada autor) - Comentado Por Napoleão Bonaparte

    Maquiavel

    Martin Claret
    2009
    178 páginas
    5h 56m
    ISBN-10: 8572322671
    Português Brasileiro
    4.1
    249 avaliações
    Leram496Lendo34Querem204Relendo2Abandonos24Resenhas12
    Favoritos33Desejados204Avaliaram249

    Rejeitando os valores tradicionais da teoria política, Maquiavel usou sua experiência na turbulenta república de Florença escrever este livro. Em 'O Príncipe', o leitor descobrirá a fase do autoritarismo político e as qualidades que um príncipe ou governante precisa ter para ser manter no poder através do medo, da repressão e da hipocrisia.

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    Mariana26/11/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Use a Fantasia da Bondade, e Massacre seus Súditos

    Este é um ponto crucial da ética (ou não-ética) de Maquiavel: os homens não são bons. Portanto, quem quiser praticar sempre a bondade em tudo o que faz está condenado a penar entre tantos que são maus. Assim, o governante deve aprender a agir, sem se preocupar com a bondade dos seus atos, usando-a ou não, conforme seja exigido pelas circunstâncias. Um governante não deve temer a má fama de cruel, desde que ela ajude a manter seus súditos unidos e leais. Chegamos assim à questão de saber se é melhor ser amado do que temido. A resposta é que seria desejável ser ao mesmo tempo amado e temido, mas que, como tal combinação é difícil, é muito mais seguro ser temido, se for preciso optar. Como, para ele, os homens são ingratos, volúveis, dissimulados, só pensam em obter vantagens e escapar dos perigos, se o príncipe os beneficia, estão inteiramente ao seu lado quando o perigo é remoto. Quando é iminente, revoltam-se. E o príncipe, que confiou em suas promessas e não tem outros meios de se defender, está perdido. As únicas amizades confiáveis são as que decorrem da nobreza e da grandeza do espírito. As conquistadas pela compra não são seguras: Os homens têm menos escrúpulos em ofender quem se faz amar do que quem se faz temer, pois o amor é mantido por vínculos de gratidão que se rompem quando deixam de ser necessários [...]; mas o temor é mantido pelo medo do castigo, que nunca falha. O governante pode ser temido e não ser odiado. Basta, para isso, que não interfira nos bens dos seus súditos, respeite as suas mulheres e tenha sempre boas justificações quando precisar derramar o sangue de algum cidadão, lembra Maquiavel.(JUSTIFIQUE COM PÃO E CIRCO, OS PORCOS SE SATISFAZEM COM LAVAGEM KKKKKKKKKKK) E, principalmente, que o príncipe se abstenha de tomar os bens, pois os homens se esquecem mais facilmente da morte do pai do que da perda do patrimônio. [...] Quando os súditos têm seu patrimônio e honra respeitados, vivem geralmente satisfeitos; será preciso apenas que o príncipe lute contra a ambição de alguns poucos, que poderão ser controlados facilmente de muitas formas. Silverchair - Lie To Me Gonna be a liar, lie to me Gonna be a liar, lie to me Gonna be a liar, lie to me Gonna be a liar, lie to me A um governante - destaca não é essencial que possua todas as boas qualidades, mas é fundamental que aparente possuí-las: Ousaria mesmo afirmar que possuí-las todas, e sempre as observar, chega a ser nocivo, mas aparentar possuí-las todas é útil. Assim, é bom ser e parecer piedoso, fiel, humano, íntegro e religioso; mas é preciso ter a capacidade de se converter aos atributos opostos, em caso de necessidade. Em síntese : podendo, o príncipe não deve se afastar do bem. Se necessário, não pode ter dúvidas de praticar o mal. A preocupação principal deve ser com a aparência. Suas palavras e suas ações devem transparecer virtudes, de modo a que aqueles que o vejam e ouçam fiquem com a imagem de ser ele todo piedade, fé, integridade, humanidade e religião. (Sempre com a Bíblia perante as MÃOS 😉) Para garantir a simpatia geral, para tratar bem os nobres e não se fazer odiar pelo povo, os príncipes devem seguir aquela que o próprio Maquiavel denominou de "regra notável", e que se transformou em princípio básico do marketing administrativo: os príncipes devem delegar a outras pessoas as tarefas impopulares e conceder os favores pessoalmente. E não devem vacilar em punir exemplarmente um auxiliar, mesmo que este lhes seja fiel e não tenha culpa quando as coisas andam mal e é preciso sacrificar um culpado para aplacar a fúria coletiva.(SEJA CRUEL!) Devem, nas épocas propícias do ano, distrair o povo com festas e espetáculos e dar atenção particularizada às entidades e às associações, visitando-as e reunindo-se com elas de tempos em tempos. Sem, em momento algum, abrir mão da majestade e dignidade do cargo. Decidir o destino de terceiros, distribuir o bem e o mal, eis o que aproxima os príncipes dos deuses e dos demônios. 1527 - Maquiavel, que tinha viajado a Civitavecchia retorna a sua cidade, mas é recebido com hostilidade devido colaboração que havia prestado aos Medici, e às interpretações facciosas de O Príncipe, agora bastante conhecido. No dia 21 de junho morre Maquiavel aos 58 anos, na pobreza e alijado do poder, tendo sido sepultado no cemitério de Santa Croce no dia seguinte. Os fins justificam os meios... I look at you all see the love there that's sleeping While my guitar gently weeps I look at the floor and I see it needs sweeping Still my guitar gently weeps I don't know why nobody told you How to unfold your love I don't know how someone controlled you They bought and sold you I look at the world and I notice it's turning While my guitar gently weeps With every mistake we must surely be learning Still my guitar gently weeps, yeah I don't know why you were diverted You were perverted too I don't know how you were inverted No one alerted you I look at you all see the love there that's sleeping While my guitar gently weeps I look at you all see the love there that's sleeping While my guitar gently weeps, yeah While my guitar gently weeps While my guitar gently weeps While my guitar gently weeps While my guitar gently weeps While my guitar gently weeps While my guitar gently weeps

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    Nicolau Maquiavel

    Nicolau Maquiavel, em italiano Niccolò Machiavelli, foi um historiador, poeta, diplomata e músico italiano do Renascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo fato de haver escrito sobre o Estado e o governo como realmente são e não como deveriam ser. Os recentes estudos do autor e da sua obra admitem que seu pensamento foi mal interpretado historicamente. Desde as primeiras críticas, feitas postumamente por um cardeal inglês, as opiniões, muitas vezes contraditórias, acumularam-se, de forma que o adjetivo maquiavélico, criado a partir do seu nome, significa esperteza, astúcia.

    89 Livros
    446 Seguidores
    Região Toscana, Itália

    Nicolau Maquiavel