Mocinha muito inocente. Ai, ai! rsrs
O noivo a deixa pela prima sirigaita, que por sinal era noiva do mocinho.
No auge do sofrimento, pela perda de seu amor pueril (a mocinha é o exemplo típico da bela, recatada e do lar)
Ela tem a "brilhante" idéia de mandar uma carta para o nosso mocinho se candidatando como governanta, achando que ele fosse um matuto, do mato, e que eles iriam consolar suas mágoas, tudo isso, pense, na maior inocência.
O mocinho quando recebe as cartas, malda tudo, mas curioso vai atrás e a encontra num restaurante com o tio ganhando uma pulseira de presente e pensa que são amantes.
Mesmo assim ele se encanta com ela, mesmo ela não percebendo, só que cínico como ele só, de cara fala que quer ela na cama dele, propõe casamento e tasca lhe um beijo de tirar o fôlego (e nesse beijo percebe que ela é virgem, vê se pode).
No início, ela fica assustada, mas no final capitula e resolve seguir com ele para a toca do lobo mau, deixando bem claro que não quer casar com ele, e nem vai para sua cama, só trabalhar mesmo.
E vai! Na maior santa inocência! Nesse ponto, o mocinho em que pese ser ogro, machista, ciumento, é um cavalheiro com ela, de vez em quando tasca-lhe uns beijos que a deixa toda mole, mas a respeita. Fica bem claro que se ele quisesse ele a teria, mas ela é toda inocente, e ele percebe isso, e a respeita, e o livro é assim, bem florzinha mesmo, bem casto. Mas eu gostei! Deu prá matar as saudades!!