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    Checho de Anita -

    Adriana Vargas

    EllA
    2015
    250 páginas
    8h 20m
    ISBN-17: 978.85.8405.043-7
    Português Brasileiro
    3.9
    33 avaliações
    Leram1Lendo1Querem2Relendo2Abandonos1Resenhas16
    Favoritos8Desejados2Avaliaram33

    💓 Cartas trocadas. Roubo de identidade 💓 Anita é bookaholics assumida, e essa paixão pelos livros a fez criar o projeto 🔰 Literando 🔰 o qual realiza pedalando pela ruas da cidade, para transmitir a mensagem de um livro ao seu escolhido. Mas, de repente tudo muda em sua pacata vida ao se apaixonar por alguém que não conhece... Ela quis ser a “Anita de Checho”, e responde às cartas que chegam até ela por um simples erro do endereçador. Ani desafia a família que tenta impedi-la, e foge para São Sebastião a fim de se encontrar com seu futuro amor, vivendo 48 horas como se fossem as últimas. Após seu retorno para casa, algo perturbador a aflige - como fumaça, Checho aparece e desaparece de sua vida, e sua missão agora é descobrir o que de tão estranho acontece, que os impede de ficarem juntos. Neste romance sobrenatural, carregado de emoções delicadas e amor pelos livros, nascem os sonhos e o desejo de realizá-los.

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    Resenhas (16)Ver mais
    Isis Larbac @donzela_obscura picture
    Isis Larbac @donzela_obscura13/03/2017Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Resenha

    Conta a história de uma bookaholic chamada Anita, onde a mesma criou o projeto Literando ao qual na sua magrela percorria as ruas da cidade transmitindo mensagens de livros e encontrando possíveis leitores. Anita também é amante da música. Ani é filha de um Militar, não tem amigos e a única amiga que possuía a trocou para ficar com o seu ex-namorado. Em dado momento passou a receber cartas endereçadas erradas para uma outra Anita, começou a respondê-las e acabou apaixonando-se pelo autor, Checho. Mas sempre ficava com receio que o seu Checho descobrisse que não era a verdadeira Anita. Após algum tempo, após várias cartas e telefonemas acabou fugindo para os braços do seu amor, vivendo poucas horas ao seu lado como se fossem as últimas que lhe restavam, mas não foi bem recepcionada pela família de Che o que a deixou mais insegura ainda. Checho tem um filho, o Bento, e a família o obriga a assumir um relacionamento com a mãe da criança, Lia, pois são muito religiosos e tradicionalistas o que só vem a complicar mais ainda o romance de Ani e Che.Os pais de Ani também não aprovam o romance. Anita não imagina que ao retornar pra casa seria atingida por uma perturbação, onde não encontrava explicações para os aparecimentos e desaparecimentos misteriosos de Che e sentiu-se incumbida a acabar com esse mistério e essa nuvem de frustração e tristeza, que de alguma forma impede de ficar com seu grande amor.No meio disso conhece Andreas, onde torna-se o seu amigo.No começo da amizade Andreas quer apenas ajudar Anita e fazê-la enxergar as coisas de outro ângulo, mas ela reluta e por vezes discute com ele, mas a amizade no decorrer do livro vai tornando-se mais profunda. O romance é um tanto lúdico, mas mesmo que tenha sido de forma tão rápida não deixa de ser mágico em alguns momentos. Pra quem gosta de romances sobrenaturais, esse é bem legal.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 33
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas24%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas0%
    Adriana Vargas de aguiar profile picture

    Adriana Vargas de aguiar

    Nascida em 27 de dezembro em Anápolis, Goiás, veio para Mato Grosso do sul ainda pequena. Começou a escrever desde que aprendeu a ler, pois seus pais compravam enciclopédias infantis ilustradas para incentivar seu gosto pela leitura, enquanto as crianças brincavam no quintal. Imaginava histórias que nunca viveu e as passava para o papel. Esses escritos, porém, eram escondidos debaixo do colchão. Ao serem revelados, venceu o seu primeiro concurso literário aos oito anos de idade, representando seu estado em nível nacional, o que lhe deu a segunda colocação no Concurso Mirim, realizado em 1978. Aos treze anos escreveu seu primeiro romance. No ano de 2000 entrou para a Academia de Direito pela Universidade UCDB, sendo uma das alunas mais aplicadas do curso. Apaixonada por leitura filosófica, procurava por obras de autores como Platão e Hanna Arendt. Encantou-se com os Iluministas e as histórias das antigas civilizações. Participou de projetos, como o incentivo às cooperativas. Dia 10 de Novembro estará recebendo o prêmio INTERARTE, em Goiânia, pelo destaque nacional de seu livro O OITAVO PECADO. Tendo seu nome reconhecido e destacado em placa num museu ligado à arte e cultura na Áustria. Fez Direito pelo senso de justiça que a alimenta e sempre haverá alguma lacuna em suas obras para ressaltar as misérias sociais e a busca por mobilização. Julga-se morta quando se encontra em estado de falta de inspiração. Pretende escrever como amadora durante toda a sua vida, pois somente desta forma consegue se encontrar livre em sua escrita, escrevendo como quer e quando quer, como um mero desabafo do eu interior. Hoje afastou-se das práticas forenses, buscando novos desafios, tendo uma parte de seu tempo dedicado arduamente aos seus livros e leituras de livros como filosofia, sociologia, civilizações antigas e ao trabalho que desenvolve em prol dos novos autores no Clube dos Novos Autores, onde é coordenadora geral. A sua contribuição para com a literatura brasileira é ressaltar os valores escondidos longe da hipocrisia. Fala dos sentimentos como são e da vida como é. Nas entrelinhas de seus escritos estarão ressaltados os valores esquecidos pela marcha do capitalismo emergente. Todos os seus trabalhos são palpados em pesquisa de campo junto à realidade dos comportamentos e traços característicos do que escreve, convivendo com as pessoas e situações. Questionadora por natureza, está sempre em busca de respostas. Tem o ímpeto atrativo em escrever livros inspirados em acontecimentos verídicos. Adriana desenvolveu um estilo literário ímpar, seus livros são marcados por singularidade e inovação linguística. A escritora encabeça a lista de traços inéditos à literatura nacional. O fluxo da consciência indefine as fronteiras entre a voz do narrador e a das personagens, de modo que reminiscências, desejos, falas e ações se misturam na narrativa num jorro desarticulado, descontínuo, que tem essa desordem representada por uma estrutura sintática caótica. Assim, o pensamento simplesmente flui livremente, pois as personagens não pensam de maneira ordenada, e sim, conturbada e desconexa, ou seja, é a espontaneidade da representação do pensamento das personagens que caracteriza o caos de tal marca literária. Aprecia a escrita de romances e discurso interior. Seus livros possuem o dom de nascerem viscerantes – em pouco tempo o leitor torna-se íntimo de suas personagens, criadas com o afã de cavar, no fundo do âmago, o sentimento capaz de dominar, jogar os leitores entre as suas palavras, em uma entrega não somente infinita, mas de profundidade. Este é o modo como vive e se relaciona com a vida. Com participações e menções honrosas em vários concursos literários, acredita neste caminho para galgar as escadas tão dificultosas em um país cuja leitura ainda é um desafio. Impressões do Crítico Literário Bezerra Bernardes.

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    Adriana Vargas de aguiar