A escola é e deve ser um lugar para todos. Um lugar onde as diferenças não se inferiorizam e a diversidade é valorizada.
Nesse contexto, a Educação Especial busca aliar-se à educação regular de forma que as crianças e adolescentes que apresentem algum tipo de deficiência se sintam parte da sociedade e desenvolvam conhecimentos acadêmicos dentro de seus limites de aprendizagem.
No entanto, trabalhar com as diferenças no ambiente escolar é desafiador e exige dos profissionais da educação não apenas uma inserção do aluno na sala de aula tradicional, mas a verdadeira inclusão. Portanto, a especialização e a formação permanente torna-se um aliado nesse processo de acolhimento das diferenças e e das deficiências no espaço escolar tradicional. Entendendo-se que nenhuma formação é completa por si só e que o professor é um eterno aprendente para promover as transformações das dinâmicas e metodologias utilizadas em sala aula.
Transformar a escola convencional num espaço de convivência das diferenças, exige também investimentos financeiros que garantam a sustentação pedagógica ao trabalho com a heterogeneidade. Para tanto, as políticas públicas devem assumir seu papel nesse processo, mas ao mesmo tempo elas só se sustentam na medida em que cada pessoa e cada escola compreendam que fazer política é um ato pessoal e coletivo.
Uma escola que pratica a cidadania e contempla as diferenças é a escola que todos querem e que pode ser chamada Escola de Todos.