Aqueles tons de cinza difíceis de distinguir nas sombras, o breu dos caminhos mal iluminados e seus postes queimados, as garrafas estilhaçadas sob as luzes apagadas , as marcas secas no asfalto molhado, os gatos pretos e o cheiro de mijo , os guarda-chuvas quebrados... Essas marcas, esses pequenos traços ,migalhas,são pequenas coisas que só se admiram no escuro quando não se consegue ver , quando não se distingue mais o chão.Quando é necessário tocá-las , cheirá-las , come-las pra imaginar o que sejam , o que as luzes impedem de ver ... ...Essas texturas tomam corpo em versos através das lentes de Pedro Ernesto , um Joseense especialista em gente e diametralmente oposto de si Tiranizando contradições Contradizendo tiranias Livre só em sua poética Permitiria ao poeta Adentrar ao vão ABSTRATO.AMOROSO.MARGINAL.URBANO. De ti. Tocando o que é intangível e nos contemplando com uma gama de inspiração , que vem dar ao coração palavras de dicotomia que celebram , em confundível medida , a solidão e a parceria. Ninguém sairá ileso e indiferente aos versos eternizados nesses relatos e devaneios Suerte, amor e paz Felipe Paz
Relatos e Devaneios -
Pedro Ernesto Cursino
jac grafica e editora
2012
112 páginas
3h 44m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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