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    Japan as Viewed by 17 Creators -

    Frédéric Boilet, Emmanuel Guibert, Étienne davodeau, Joann Sfar

    Ponent Mon S.L.
    2010
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9788496427488
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    how's it going? I'm writing to invite you to Japan for two weeks in October." This was the beginning, a crossing of two cultures, French and Japanese, which was going to awaken many things in each one of the authors who participated in this adventure: a stay in Japan does not leave one indifferent. Eight stories from nine European authors result, in which all the exoticism of this elusive and mysterious country is depicted with imagination, humor and poetry. As if in response to these impressions of the artist-travelers, eight authors from the Archipelago portray their own Japan, the everyday one, that of modernity and that of legend. After reading this sentient collection of anecdotes and tales woven together from such different views, one desires nothing more than to visit and see for oneself some bit of the land of the Rising Sun.

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    Frédéric Boilet profile picture

    Frédéric Boilet

    Em 1978, Frédéric Boilet entrou na escola de Belas Artes de Nancy de onde sairá em 1983. Neste mesmo ano, dá-se sua estréia nos quadrinhos com seu primeiro álbum "La Nuit dês Archées", com Guy Deffeyes. Ele publicará em seguida dois álbuns de quadrinhos históricos ("Les Veines de l’Occident" --- As veias do Ocidente ---, com René Durant) pela editora Glénat. Cria em 1987, "Le Rayon vert" (O raio verde), seu primeiro álbum na qualidade de roteirista e desenhista, muito prestigiado pela crítica, mas ao qual o público terá dificilmente acesso, pois a editora original faliu. Pouco depois, em 1990, lançou "36 15 Alexia", um álbum que evoca de maneira interessante o tema dos encontros através de minitel (um serviço parecido com a internet). Nessas duas obras ele experimentou um método de trabalho, que ainda hoje é unicamente seu, no qual ele utiliza como recursos fotografias e vídeos. No mesmo ano, graças à empresa Shoei e ao Centre National dês Lettres (Centro Nacional de Letras), que lhe concedem uma bolsa de estudos, Frédéric Boilet parte para o Japão. Dessa viagem, nascerá, em 1993, "Love Hotel" (Hotel Amor) que conta a odisséia tragicômica de um francês no Japão. O roteiro foi escrito em parceria com Benoît Peeters. Seu encontro com Benoît em 1990, transformou o trabalho de Frédéric em histórias semi-autobiográficas com algumas doses de humor. No ano seguinte, como bolsista do instituto de arte Villa Kujoyama de Kyôto, sendo o primeiro autor de histórias em quadrinhos dela, Boilet inicia "Tôkyô est mon jardin" (Tóquio é meu jardim), uma seqüência de "Love Hotel". Aqui a visão do autor, assim como a de seus personagens mudou: menos perdido, ele se acostuma às --- relativas --- peculiaridades do Japão. Em 1995, ele funda L'Atelier des Vosges (na Praça de Vosges em [Paris]), com seus amigos. Nessa época, publica o curioso álbum "Demi-tour", com o roteiro feito em parceria com Benoît Peeters. Em 1997, ele retorna ao Japão com a intenção de se estabelecer. Lá, ele publica uma adaptação japonesa de "Tokyo est mon jardin", assim como obras destinadas unicamente ao público japonês como a narração "Une Belle manga d'amour" (Uma belo mangá de amor) ou a série de textos ilustrados "Prisonnier des Japonaises" (Prisioneiro das japonesas). A tiragem de suas obras torna-se freqüentemente extraordinária e Boilet obtém grande notoriedade. A distância, ele participará da revista de crítica e teoria das histórias em quadrinhos "L'Indispensable" (O indispensável). Ao lado de sua carreira de autor, Boilet assume de boa vontade o papel de "transmissor cultural", estimulando as editoras japonesas e francesas a cooperarem em diversos projetos. Levando essa idéia ao limite, em 2001, na ocasião do lançamento simultâneo na França e no Japão de "O Espinafre de Yukiko", ele lança o movimento cultural "La Nouvelle Manga" cujo título, faz referência direta ao Nouvelle Vague e que procura combinar mangás adultos que tratam do cotidiano com o estilo artístico dos quadrinhos franco-belgas. Logo em seguida, dirige uma coleção ("Sakka") para a Casterman, uma editora belga.

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    Vosges, França

    Frédéric Boilet