"(...) A narrativa, não por coincidência feita por uma mulher, (...) apontando caminhos e descaminhos da vingança que pode vir de quem e de onde menos se espera. O mundo racional em contraste com as emoções, o remorso emergindo a cada opressão sentida na pele (...) fazendo com que repensemos sentimentos tão presentes na natureza humana. Momentos de isolamento, provocativamente proporcionados, fazem da reflexão e da dúvida entes comuns da vida de todos nós. O oprimido termina questionando sua participação no processo, resgatando o perdão e o amor. Enfim, o ser humano em discussão foi o que senti mais presente neste livro envolvente e reflexivo escrito brilhantemente por Aluísio Azevedo Júnior, para nos brindar com um verdadeiro espelho, onde poderemos nos mirar diante das nossas fraquezas e potencialidades." TEXTO DA ORELHA DO LIVRO, escrito por Marcos Medeiros.