How to be Good -

    Nick Hornby

    Penguin
    2013
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9780241965474

    London GP Katie Carr always thought she was a good person. With her husband David making a living as 'The Angriest Man in Holloway', she figured she could put up with anything. Until, that is, David meets DJ Goodnews and becomes a good person too.

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    Anica Bitten picture
    Anica Bitten23/06/2009Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    How to be Good

    Eis que ontem (finalmente) acabo o How to be Good do Nick Hornby (lançado aqui no Brasil “Como ser Legal”). Quando incluo o finalmente é porque foi uma leitura arrastada, que durou mais de uma semana e sim, novamente aquela vontade incontrolável de largar o livro e ler outra coisa. Tá loco, nem parece o Nick Hornby. A história segue assim: uma médica decide se divorciar do marido. Acontece que o sujeito encontra uma espécie de guru chamado DJ Goodnews que além de curar uma dor nas costas crônicas, também faz do (quase ex-)marido o cara mais legal do mundo. E no final das contas segue-se toda aquela discussão sobre o que é ser bom e o que é ser mau, considerando principalmente o fato de que a protagonista acreditou por toda a vida que era boa, uma vez que era médica e salvava vidas. Mas depois da “transformação” do marido, passa a questionar isso. Mas a protagonista é MUITO amarga. MUITO. Os personagens do Hornby são ácidos, mas não amargos. Ao escolher Katie como a narradora, Hornby errou a mão porque perdeu a chance de ter mais um daqueles personagens que são totais perdedores, mas com quem você não só se identifica, mas de quem você gosta. É impossível gostar de uma personagem crica como a Katie, que reclama de tudo o que tem ao seu redor. Ela é MUITO chata. E como a história é contada por ela, bem, a história segue o senso de humor da protagonista. Aí já viu, né? Não que algumas tiradas típicas do Hornby não estejam lá no meio, e a parte do Goodnews rende até uns bons momentos. Mas Katie pirando sobre a própria vida é simplesmente um saco, aí no final das contas o livro ficou ali no “regular” mesmo. No final das contas, vale muito mais a pena ler o Frenesi Polissilábico, que embora não seja romance, pelo menos se parece mais com outros livros ótimos do Hornby como Uma Longa Queda, Febre de Bola, Alta Fidelidade e Um Grande Garoto.

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