Jesus Cristo Nunca Existiu -

    La Sagesse

    Editora Potengy
    1973
    202 páginas
    6h 44m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Escrito sob o título “Jesus Cristo Nunca Existiu”, de La Sagesse, em cujo conteúdo o autor revela o seu pensamento de modo fiel e sem reticências a respeito de tão delicado assunto. Embora seja este o seu primeiro trabalho publicado, o autor revela-se um escritor em potencial, de quem muito ainda se pode esperar. Diante da necessidade sempre crescente da verdade, encetou a presente obra para doar à humanidade a sua contribuição de natureza cultural, querendo apenas cumprir o seu dever de informar, perante si próprio e perante os homens. Aos oportunistas pouco importa se sob a palavra sonora se oculta a hipocrisia e a mentira. Contudo, para os espíritos puros e corajosos, para os quais os interesses particulares não devem sobrepor-se aos anseios do povo, mister se faz que a verdade surja em toda a sua plenitude, deitando por terra toda a fraude e mistificação. Este é um livro corajoso, concebido sem a preocupação de agradar ou desagradar, não importando se suscetibilidades são feridas pelo que aqui está exposto. O seu intuito é exclusivamente patentear as provas inequívocas de falsificação e mistificação, as quais foram impostas aos homens a ferro e fogo, durante séculos. No decurso da obra, são reveladas todas as ideias da Igreja como realmente são: a mais pútrida e falsa amoedação que pode haver, capaz de desprezar a natureza e os valores naturais. Constituiu-se a Igreja em verdadeiro parasita do homem crente, a verdadeira tarântula através da qual o clero que se constitui em uma minoria privilegiada vem sugando e envenenando sem parar o sangue e a vida daqueles que, iludidos por falsas promessas, mantêm os olhos fechados para a realidade da vida e das coisas.

    Resenhas (3)Ver mais
    André Marques Ferreira Rittes picture
    André Marques Ferreira Rittes10/07/2019Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Provas?

    Antes de ser um livro recheado de argumentos que comprovem definitivamente que Jesus é mais uma criação cultural coletiva do que outra coisa, este pequeno tratado é um enumerado de coincidências entre religiões, principalmente as ditas pagãs. Talvez a prova mais contundente seja a ausência total da figura de Jesus na biografia de Pôncio Pilatos, governador romano pintado na bíblia como piedoso, mas que na verdade foi um dos mais cruéis. Enfim, quem tem sua crença continuará com ela. E quem não tem, também. Vale a curiosidade.

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