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    Aventuras na História N° 124 (Novembro de 2013) - Terceiro Reich

    Vários

    Abril
    2013
    66 páginas
    2h 12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.8
    6 avaliações
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    A sedução da barbárie: Nessa edição de novembro da AVENTURAS NA HISTÓRIA, e ainda como destaque de capa, entenda o que os nazistas fizeram para convencer o povo alemão a aderir à sua causa. Além disso, não perca também a lista dos 10 maiores assassinos em massa do mundo inteiro. E outras matérias como: - Arqueologia do Futuro: Os Jetsons - Cirílico: O nascimento de um alfabeto - Gibson Girls: Meninas poderosas no século 19 - E muito mais!

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    R .08/11/2021Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Novembro de 2013

    "A sedução da barbárie" Sobre a adesão do povo alemão à causa nazista no contexto da Segunda Guerra, que colocou em paralelo sociedade desenvolvida e práticas de barbárie, aspectos que deveriam ser antagônicos. Quatro pontos foram destacados: - INDIGNAÇÃO - o partido nazista ascendeu no pós primeira guerra incitando a visão de reconstrução no radicalismo nacionalista, onde os impactos negativos seriam decorrentes de influência e ações externas; - CONVENCIMENTO - a ditadura instalou-se estimulando empatia na exibição do poderio militar e ações manipuladas para percepção de desenvolvimentos (como na demissão dos judeus de cargos e posições de importância para a sociedade, abrindo centenas de vagas de emprego, e na usurpação de seu patrimônio, revertido em investimentos na ditadura); - TENTAÇÃO TOTALITÁRIA - ponto interessante, na linha de se atribuir poder (pelo menos na percepção) para as mídias, polícia e povo em geral, no sentido de serem colaboradores com o progresso, o que desencadeou denúncias diversas e supervalorização da propaganda ideológica (segundo o texto, a maior parte das denúncias que geraram perseguições partiram dos civis); - EXTERMÍNIO - nessa fase a insensibilidade geral para atrocidades está arraizada, sendo acelerada com o advento da guerra. Termos que a revista apresentou e que não são novidade, porém, válidos para reflexão em realidades que podem se tornar recorrentes. Importante ressaltar também que em paralelo à ideologia havia também o terror instalado pelo medo das autoridades governamentais, o que também levou muitos alemães à adesão ao nazismo. No final das contas, tudo pode se resumir em sedução ideológica, falsidades e repressão com violência. "Dorothy Counts" Comecei a ler a edição pela última página e essa é referência a ela, onde houve apresentação de foto da jovem, no contexto de escola na Carolina do Norte em 1957. Fiquei impactado com a imagem e informações, buscando mais conteúdo na net. Trata-se de história de discriminação racial. Dorothy, aos 15 anos, foi a primeira negra a se matricular na Harding High School. Foram 4 dias de bullying e perseguições intensas (racismo), existem muitas fotos sobre o caso, que também já virou filme documentário. Cuspiram, perseguiram, pais fizeram campanhas contra ela, jogaram lixo e pedras, entre outras atrocidades. A jovem suportou com resiliência por quatro dias e estes tornaram-se importantes para a luta dos direitos civis nos EUA. A jovem continuou o estudo em outro estado e tornou-se educadora. É história impactante que não conhecia, as imagens falam muito por si mesmas. Gostaria que a revista tivesse tratado o fato numa reportagem ampla, que poderia ser a da capa. Oche! Já teve capa para Stalin, Lampião, Fidel, Che, Hitler, Mao, entre outros... Privilegiasse também essa história. "Gibson Girls" Estabelece o ideal atribuído pelo cartunista nos EUA (Charles Dana Gibson) às mulheres no início do século 20. Mulheres que se opunham à formalidade e costumes retrógrados, voltadas para o estudo, para as artes, literatura, moda e busca de aventuras, onde eram protagonistas. Uma representante idealizada sobre elas foi Jane (do clássico "Tarzan"). Aspecto de pouca empatia, suponho, para a mulherada batalhadora por seus direitos nos novos tempos, foi a visão das Gibsons Girls sem manifestações políticas. "Estrela de Davi" Vou guardar essa como motivo para pesquisas. Me interessa o assunto. As notas históricas da edição registraram que a Estrela de Davi, presente na bandeira e identidade de Israel, só passou a ser adotada pelos judeus a partir do século 17. Ei! Pera lá! Merece investigações. Século 17 é...

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