Não vou apontar o dedo para o autor. Vou colocar a culpa em mim, mas a verdade é que não tenho conseguido mais achar graça nos livros de Luis Fernando Veríssimo.
Como muitos, conheci ele através do Analista de Bagé, e obviamente ri muito, mesmo lendo o analista repetidas vezes ao longo dos anos.
Mas ultimamente, os três últimos trabalhos do autor que li, não me fizeram a cabeça.
Algumas situações tiveram o seu ar da graça, mas não está como antes. O humor passa perto, mas não fica.
Se afasta.
Por eu estar lendo obras antigas, já com mais de uma década de publicação, e continuar sentindo o mesmo sabor insosso, prefiro pensar que estou envelhecendo e ficando chato, do que sair falando mal das obras do autor.
Leia e tire sua conclusão. Eu parei.